Culturama é a nova casa dos Quadrinhos Disney no Brasil !

Culturama é a nova casa dos Quadrinhos Disney no Brasil !

Olá Quadrinheiro !

Rapaz, lembro bem da minha tristeza ao saber que não teria mais os quadrinhos do Tio Patinhas sendo publicados no Brasil pela Abril. Primeiro porque a Abril é a casa do Mickey no país desde 1950 e segundo porque cabe ressaltar que a revista Pato Donaldo inaugurou a editora e é a primeira revista Pato Donald do mundo. Então, perder meu amado Tio Patinhas mensal e sem saber o que aconteceria com a editora que já existia desde antes de eu nascer foi um baque.

Ficamos meses no escuro. Desde o anúncio do fim em maio sem saber o que poderia acontecer… Um susto com algumas demissões sagradas da editora fez o coração ficar mais alerta. Lembro com tristeza das edições finais em junho deste ano fatídico de 2018.

Um álbum de figurinhas do Mickey foi anunciado ( e depois lançado ) pela Panini e ficamos todos de orelha em pé. Estaria a Editora Panini também na jogada ? Será ? Será ?

Até que veio a notícia: Paulo Maffia, o editor chefe das linhas de quadrinhos Disney no Brasil por muitos anos na Abril estava de emprego novo, mais precisamente, em uma editora que eu não conhecia em Caxias do Sul. Fiquei de radar ligado. Seria esta a nova editora que assumiria o legado dos quadrinhos Disney ? Que editora desconhecida é esta ? Culturama ? Como assim ? Dariam conta ?

Tantas perguntas. Tantas incógnitas. O que seria dos leitores, fãs da turma de Patópolis agora ?

Após primeiros pensamentos de medo, parei e pensei: O Maffia está envolvido. Então, vai dar certo. Ele sabe o que faz. Sempre soube. Quando finalmente a Culturama anunciou que lançaria as histórias no Brasil, sabendo do Paulo no comando, fiquei muito feliz. E ansioso. Mal posso esperar pra ver o que eles vão produzir. Fui pesquisar mais.

Soube que a principio serão 5 revistas mensais: Mickey, Tio Patinhas, Pateta, Pato Donald e Aventuras Disney.  E vai além disso. Todas histórias serão inéditas e alguns especiais devem ser produzidos também. A editora caxiense foi escolhida porque seu sistema de distribuição não depende apenas das bancas. É inovador e está anos a frente. Já se estruturou para estar em diferentes pontos de venda e por isso, uma ótima escolha. Mesmo com o marcado editorial em baixa, a Culturama conseguiu vender muito bem devido a esta visão diferenciada, percebendo que o problema não é a entrada da internet, mas dos próprios pontos de venda. Prova disso, é que só em 2017 foram mais de 12 milhões de livros vendidos. É a editora que mais cresce no Brasil. Fora que ela já produzia outros tipos de publicações Disney, Marvel, Star Wars e etc… mas são livros de colorir, livros de adesivos, livros de história, livros sonoros, diários e outros. E tem mais uma coisa: Opção de assinatura também estará disponível.

Agora, vou te contar o que só eu estou sabendo: Existem planos de lançarem uma 6a revista mensal, ainda no primeiro semestre de 2019! Sim, isso mesmo. Além das 5 em formatinho convencional, uma sexta mensal em formato americano: ” Além disso ela terá várias páginas de artigos para o colecionador Disney, tipo entrevista com artistas, curiosidades etc“, segundo o próprio editor-chefe, Paulo Maffia.

Estou bem confiante com a mudança. Sinto cheiro de coisa boa.
Obrigado, Culturama !
Obrigado e parabéns Paulo Maffia. Ainda quero e espero aquela exclusiva com você lá no canal, hein ?

Aguardo março de 2019 com grande ansiedade.
Que venham nossas novas revistas número 1 !

Abraços do Quadrinheiro Véio.

Panini inicia a pré-venda do Box Thanos: Trilogia do Infinito

Panini inicia a pré-venda do box Thanos: Trilogia do Infinito

O lançamento oficial da saga do maior vilão da Marvel ocorre durante a CCXP

Durante a CCXP – maior evento de cultura pop do mundo – a Panini apresenta o lançamento oficial do box Thanos: Trilogia do Infinito, que traz a história do maior dos vilões da Marvel e a saga que serviu de base para o filme Vingadores: Guerra Infinita. A partir de hoje, 26 de novembro, os fãs podem adquirir a série, que tem edição limitada, no site da Panini: www.lojapanini.com.br.

Os 3 livros de capa dura: Desafio Infinito, Guerra Infinita e Cruzada Infinita trazem a fúria implacável do vilão Thanos, personagem da Marvel temido por todo o Universo. Para a aberração de pele roxa e queixo enrugado, também conhecida como Titã Louco, não há nada que impeça os seus planos, nem mesmo a maior reunião de heróis que já existiu.

O box terá o valor de R$ 390,00 e será vendido apenas na loja on-line da editora e durante a CCXP 2018. As entregas das compras on-line acontecerão a partir de 12 de dezembro.

Imagina se eu não quero isso ? Panini, me manda pra UNBOXING e resenha aqui no blog.

Abraços do Quadrinheiro Véio !

Os Melhores do Mundo – Batman e Superman

Os Melhores do Mundo – Batman e Superman por Dave Gibbons e Steve Rude

Olá Quadrinheiro.

Melhores do MundoLembro me bem de quando eu li Os Melhores do Mundo na época que saiu aqui no Brasil em 1991. Comprei as edições nas bancas principalmente pela capa diferenciada. Mas nem imaginava o que teria ali dentro. Ainda era uma fase que eu era mais “cru” em quadrinhos, mesmo acompanhando a tantos anos. O melhor de tudo: Eu ainda tinha aquele “brilho no olhar” ao acompanhar os heróis. 

Em meio a super inflação, a mini-série basicamente aumentava de preço todo mês e as moedinhas de troco que meu pai me dava, mal dava para as revistas do mês. Mas esta era especial, formato maior, arte de capa com aparência aquarelada… era algo que empolgava o adolescente que eu era. 

E o bacana é que ainda não era comum tantos crossovers. Isso de juntar em uma mesma história dois personagens de cidades diferentes não era comum, então a gente queria ver o que acontecia. Haviam as histórias da Liga, mas era como se fosse um personagem a parte. Encontro do Batman com o Superman não era tão comum como hoje.

Aliás, rara é a história que não tem a participação de algum personagem de fora nos dias de hoje. Até porque hoje se questiona mais algumas coisas. Por exemplo: Como assim cai um meteoro na terra, numa história do Super-Homem e os outros heróis, como o Lanterna Verde não vieram verificar? A gente não questionava isso na época. Hoje, isso não passaria batido.

World’s Finest

Publicada originalmente em junho de 1990 numa mini-séria, esta história soa como uma homenagem à era de bronze apenas a poucos anos do começo da era contemporânea, marcada por Crise nas Infinitas Terras. Embora seja o começo dos anos 90, ainda soava muito mais como os 80. O Batman ainda caminhava pra se tornar o personagem dark que é hoje e o Super-homem apenas começava a ganhar sua alcunha de “símbolo da esperança“. Foi mais ou menos nesta época que esta divisão começou. Até então, eram apenas histórias. Tudo podia. Depois, aos poucos, isso foi mudando.

A história gira em torno de um plano do Lex Luthor pra conquistar mais espaço em Gotham. Lembrando que o Lex Luthor desta época era o empresário bonachão, e nem tanto um cientísta. Ele já havia perdido a mão devido ao envenenamento por kriptonita de se anel e era sempre bem visto pelas pessoas, porque sabia muito bem se esquivar da lei pra fazer seus planos criminosos nunca serem ligados a ele. E ele começa ao comprar dois antigos orfanatos e dar suporte a um terceiro, que ficava bem na divisa entre Metrópolis e Gotham. Para comprar o de Gotham ele se envolve com o atual dono: o Coringa. Nisso, é proposta a troca. Coringa ficaria 1 mês autorizado a atuar em Metrópolis e Lex iria conduzir seu plano de conquistar mais imóveis em Gotham. Quando Clark e Bruce ficam sabendo, replicam a proposta entre eles. Kent vai pra Gotham supostamente fazer uma matéria sobre a situação dos menos favorecidos e o Bruce fica em Metrópolis pra ampliar seus negócios. E ambos podem ficar de olho em seus inimigos. Eles eram os melhores do mundo. Apenas ainda não tinham percebido isso.

Gibbons sendo Gibbons

O que me chama bastante atenção nesta HQ é que a história tem arte. Arte na narrativa. Arte nos desenhos. Arte na idéia. É mais profunda do que a gente consegue perceber no começo. 

Dave Gibbons tem uma narrativa gradual. É possível perceber que sempre que Batman atua, os quadros são mais escuros. Quando entra o Super-Homem, Metrópolis, tudo é luz, claridade. Batman se apoia no medo, na paranóia, na vingança. Super-Homem sempre na esperança. Estas duas faces ainda não se viam como amigos. A amizade começaria ainda a ser forjada em uniões como esta, que ainda eram novidade. Não havia ainda a irmandade de hoje. O desenho de Steve Rude segue com poesia. As cores de Steve Oliff são inteligentes, trazendo predominância de cores azul em contraste com vermelhos, e a medida que a história caminha, o contraste vai diminuindo, até que ao final, está mais equilibrado. É como ver, sem ver, o equilíbrio sendo alcançado aos poucos. E uma homenagem aos famosos Stan Laurel e Oliver Hardy da serie de comédia ‘O Gordo e o Magro’ como era conhecida aqui no Brasil. Mais uma referência ao contraste.

Gosto da condução, gosto do mistério e gosto da seriedade da história. Não eram desastres cósmicos, não era o fim do universo. Era apenas o Lex Luthor usando seu poder econômico e um palhaço insano tentando conquistar mais poder enquanto os heróis procuravam formas de detê-lo. Sem grande estardalhaço, sem nada grandioso. Num roteiro simples, direto, sagaz e que te mantém entretido em um mistério para descobrir os reais planos que são revelados em dois momentos. Saudades deste tipo de narrativa. Faz tempo que não vejo nada assim atualmente. Não que o que temos hoje em dia seja ruim, mas noto que algo se perdeu no meio do caminho. Onde estão os Melhores do Mundo que não escrevem mais como antigamente ?

Também penso que os grandes escritores da época dos quadrinhos dos anos 80 e 90 se inspiravam mais em leituras e conhecimentos clássicos. É comum vermos citações a grandes obras da literatura antiga nos quadrinhos dos anos 70-90. Hoje, noto que a inspiração dos atuais quadrinistas são os quadrinistas desta época. Creio ( posso estar bem enganado ) que seja um dos motivos dos quadrinhos atuais serem menos profundos e mais copiados. A fonte original não foi consultada. Então, se torna tudo mais raso. Com um publico raso acompanhando, que prefere cinema à leitura, não poderia ser diferente.

Aço e Trevas

Se você está procurando algo bom pra ler e quer ter acesso a algo mais vintage, sem ser tão antigo assim, leia Os Melhores do Mundo. O encadernado atual tem capa dura e muitos extras interessantes. A Panini mais uma vez mostra de novo que conhece o que é bom e sabe dar isso pra gente. A transição é linda, historicamente e dentro do livro. Recomendo !

Abraços do Quadrinheiro Véio !

 

Conheça também o meu canal do YOUTUBE !

Exposição QUADRINHOS no MIS em SP – Eu já fui !

Exposição QUADRINHOS

Estive visitando a Exposição Quadrinhos do MIS ( Museu da Imagem e do Som ) em São Paulo durante uma visitação exclusiva pra imprensa especializada e achei simplesmente fantástica. Fomos muito bem recebidos pelos produtores, pelo curador da mostra, Sr. Ivan Freitas da Costa que além do desapego de compartilhar conosco itens de sua coleção pessoal, ainda é sócio-fundador da CCXP e da Chiaroscuro Studius.

Visitar o MIS e conhecer a Exposição Quadrinhos é simplesmente obrigatória pra todo e qualquer fã de Quadrinhos. Não existe a menor possibilidade de você não emocionar. E a Exposição é tão grande, que não tem como curtir ela por inteiro, e na sua profundidade em apenas 1 dia de visita.

Mas melhor do que te contar o que é, resolvi te mostrar. Fiz um vídeo mostrando a mostra toda e você pode conhecer ao passar no canal ou ver aqui mesmo.

Quadrinhos
Data 
14 de novembro de 2018 a 31 de março de 2019
Horário
 terças a sábados, das 10h às 20h (com permanência até às 22h); domingos e feriados, das 9h às 18h (com permanência até às 20h);
Local Espaço Redondo, Espaço Expositivo 1º andar e Espaço Expositivo 2º andar

Valor R$ 14 (inteira) e R$ 7 (meia-entrada)

Recomendo fortemente.

Abraços do Quadrinheiro Véio !

METAL – Noites de Trevas – DC Comics Review

METAL – Noites de Trevas – DC Comics Review

Olá Quadrinheiro !

Terminei de ler METAL – Noites de Trevas ( conhecido como Batman Metal ) estes dias e precisamos conversar sobre isso. Antes de mais nada, vamos situar a obra. Iniciada em agosto de 2017 nos EUA, na edição Dark Days: The Casting e finalizada em Dark Nights: Metal 6 em junho de 2018. Aqui no Brasil, teve uma das campanhas mais legais de lançamento ( confira aqui ) e chegou em encadernados com capa especial, verniz localizado e efeito metalizado, com um mix 3 edições em cada volume, já na ordem certinha pra você ler. A Panini caprichou mesmo nesta mini-série.

Logo que chegou pra mim, eu fiz um primeiro post dando a impressão das duas primeiras edições. E agora, vamos fechar falando da saga como um todo.

METAL não é sobre HEAVY METAL

A saga é basicamente centrada no Batman. Como o mais forte integrante da Liga ( isso é, sim, opinião minha ), ele é o único capaz de subjugar todos os heróis por ser um estrategista brilhante. Dentro do conceito de multiverso, existe uma tal dimensão conhecida como “Multiverso das Trevas” que é de onde os Batman Sombrios vieram. De cada Terra deste universo sombrio, um Batman emergiu mau e tomou os poderes de um personagem da Liga e com isso, conquistou o planeta. Só que um ser sombrio chamado Barbatos, que faz parte do “mecanismo” da criação dos universos aparece por lá e diz a eles que existe um multiverso lindo todinho pra eles conquistarem se o ajudassem a ir pra lá também. E a chave desta passagem é o Bruce Wayne e o metal enésimo, sabe ? Aquele das armas tanagarianas do Gavião Negro e da Mulher Gavião. Que aliás, tem importante participação na história também.

A DC sempre viaja grande quando cria crises cósmicas, isso a gente precisa admitir. Quando o assunto é a possibilidade de fim do mundo ou do fim do universo, ela é capaz de criar acontecimentos incríveis. Tal como este conceito de multiverso das trevas, um Super-Monitor e estes Batman sombrios horripilantes.

Cabe situar você: O universo dos novos 52 foi basicamente desconsiderado neste momento e fatos “pré-52” são citados, tais como a “morte” do Batman e sua jornada ao passado. O Bebê Darkside também aparece. Mas não é nada que você precise conhecer pra entender a história.

Embora centrada no Batman, METAL é uma aventura da Liga como um todo. Batman é a chave/centro dos acontecimentos, mas envolve todo o universo DC. Por isso, chama-se “Metal – Noites de Trevas” e as edições centradas na família morcego e outros em separado, saíram aqui em duas edições especiais, chamadas de “Batman: METAL Especial”.

Gritos na noite – Batman Metal

A história é boa, tem um caminhar bem tenso e até o final, você não consegue ver a menor chance dos heróis vencerem. A narrativa é desesperante. Todos os passos dos heróis são previstos pelo Batman que ri ( personagem que reune e lidera os Batman Sombrios ). Este Batman é uma mescla do Bruce com o Coringa. Sim, é bizarro e tenebroso. Então, é possível imaginar toda a loucura e maldade do palhaço do crime aliada ao maior estrategista conhecido. Ele é bem perigoso. Fora que notei um retorno de algumas coisas que eu curtia nas HQs antigas. Tem a entrega de filosofias, tem o pensamento reflexivo e tem personagens que te fazem pensar e se colocar no lugar deles e refletir no que teria feito se você com você. A Liga tem um papel importante no decorrer da história, principalmente Flash, Cyborg e Lanterna Verde. Mas a trindade Batman, Super-Homem e Mulher Maravilha são os grandes finalizadores como sempre.

Existe apenas um pequeno incomodo pra mim nesta história, que é a forma como ela fecha. Aliás, cabe a ressalva de que tenho a impressão de que não é um problema apenas desta série, visto que “A Noite mais Densa” e “O Dia mais Claro” ( review aqui e aqui ) utiliza do mesmo recurso: A virada inesperada no final acontece de repente, rapidamente, e sem chance pros vilões, de forma milagrosa. É algo muito estranho. Imagine que você passou meses acompanhando a derrocada do mundo. Os heróis sendo derrotados e presos em cada edição. Um a um, seus planos de revide vão sendo derrotados e todos previstos pelo Batman que ri. E ao final, em uma edição, os mocinhos viram o jogo e vencem meio que do nada. O desespero é 6,5 edições de desespero quebrado repentinamente por uma virada rápida, sem profundidade, no final da saga. Isso é algo que realmente me incomodou bastante.

Dá a impressão de que ficou preguiçoso. Acho que pra ficar mais legal, deveriam ter ido mais devagar nesta virada. Heróis tendo pequenas vitórias, conquistando aos poucos e virando o jogo. Quando a virada é repentina, milagrosa e principalmente, baseada em fatos que aconteciam em paralelo mas que são reveladas ao leitor apenas no final, me parece que é como se faltasse “gabarito” aos escritores pra pensar em algo que poderia ser mais legal. É muito simples você vir criando algo só de um lado, no caso no mal, e depois no final, inventar algo do nada e virar tudo pro lado dos mocinhos. Sem respaldo da própria história. Eu senti que ficou um final “preguiçoso“, sabe ?

A jornada é linda, mas o final, nem tanto.

 

 

Quem fez ?

Os principais líderes de METAL são Scott Snyder e Gregg Capullo. Claro que eles não fazem isso sozinhos, tem uma penca de roteiristas e desenhistas que trabalham juntos, já que envolve muitos personagens e revistas solo durante estes meses de METAL. Snyder tem este problema de narrativa desde sempre. Sabe dramatizar, mas não sabe finalizar. Já Greg Capullo eu curto o traço desde Spawm e Homem-Aranha nos anos 90. Houve uma evolução no traço, mas seu estilo permanece nesta HQ. Jim Lee, John Romita Jr, James Tynion IV, Andy Kubert, Dan Abentt, Francis Manapul, Tony S Daniel, Brian Hitch, Jeff Lemire, Ethan Van Sciver, Frank Tieri, Carmine di Giandomenico, Grant Morisson, Doug Mahnke, Jorge Jimenez e Howard Porter são alguns dos nomes que assinam as 5 edições principais. É muita gente boa trabalhando junto e por isso a leitura é sim, muito boa. Minha queixa fica apenas com o final.

Então, se quer saber se é uma história que vale a pena ? Sim, vale muito. É uma das boas histórias que eu li recentemente e acho que, embora não deixe consequências, vale pela narrativa. Recomendo a leitura e eu mesmo penso em reler agora, de uma vez, pra sentir o drama.

Abraços do Quadrinheiro Véio !

Batmen Sombrios
Os Batmen Sombrios

 

MIS recebe a Virada Nerd neste final de semana – oQV

MIS recebe a Virada Nerd neste final de semana

Evento anual acontece dentro da programação da megaexposição Quadrinhos, que também estará aberta durante a madrugada

Entre os dias 24 e 25 de novembro, o MIS, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, sedia a Virada Nerd – evento anual organizado pela editora e distribuidora Devir. Serão mais de 30 horas de atividades para os fãs de cultura pop, incluindo painéis com editores e autores, aulas de desenho e roteiro e demonstração de jogos. A Virada tem início às 11h no sábado, dia 24 de novembro, seguindo sem parar até as 18h do domingo, dia 25 (e acontece, ainda, em outros 30 pontos de 23 cidades pelo país). O evento integra a programação paralela da megaexposição Quadrinhos – que também estará aberta para visitação do público durante a madrugada.

Em 2018, a Devir virá acompanhada das editoras JBC, Mino e Jambô, que terão estandes próprios no evento além de painéis para conversar com o público. Entre os painéis teremos o aguardado Henshin + da JBC. A partir da meia-noite, os madrugadores terão descontos exclusivos nas publicações oferecidas.

Destaques da programação

  • Stand-up com Fernando Caruso: o popular comediante Fernando Caruso fará uma apresentação especial com temática nerd na tarde de domingo;
  • Exposição RAP EM QUADRINHOS: projeto concebido pelo ilustrador Wagner Loud e pelo Youtuber Load que une grandes nomes do rap nacional a ícones dos quadrinhos e pocket show;
  • Acampamento Lumberjanes: A Devir e os Escoteiros do Brasil trazem uma experiência sensacional de acampamento inspirada na HQ Lumberjanes com atividades ligadas ao escotismo;
  • Cinematographo: no domingo, o programa mensal do MIS exibirá o filme Sin City acompanhado por trilha sonora ao vivo com a banda KASTRUP;
  • Painel com a equipe responsável por O Doutrinador, o mais recente sucesso do cinema de ação nacional, e um painel da Crunchyroll repleto de surpresas.

A Virada Nerd também acontecerá simultaneamente em outras 30 lojas espalhadas pelo país. Confira a programação completa em www.devir.com.br/viradanerd.

DIA DO QUADRINHO GRÁTIS

Aproveitando a data, a Devir traz ao Brasil, pelo terceiro ano, o Dia do Quadrinho Grátis. Uma ação que tem como objetivo popularizar as Histórias em Quadrinhos em nosso país e incentivar a leitura. Os títulos escolhidos em 2018 são Lumberjanes e Deadly Class. Esses dois quadrinhos serão distribuídos gratuitamente no MIS e nas lojas participantes. Veja aqui mais detalhes do Dia do Quadrinho Grátis.

Sobre a exposição Quadrinhos

Quadrinhos é a maior retrospectiva do universo das HQs já feita no Brasil. A mostra conta com mais de 600 itens e ocupa os dois andares do museu. Os fãs podem ver de perto revistas, artes originais e itens raros dos diversos gêneros das histórias em quadrinhos – super-heróis, infantis, terror, aventura, romance, mangá, faroeste e muitos outros – em ambientes temáticos e imersivos.  Realizada pelo MIS, a mostra conta com curadoria de Ivan Freitas da Costa (sócio-fundador da CCXP/Comic Con Experience e da Chiaroscuro Studios) e projeto expográfico da Caselúdico.

VIRADA NERD

DATA 24 e 25 de novembro (sábado e domingo)
HORÁRIO: das 11h no sábado, dia 24, até as 18h do domingo, dia 25
LOCAL:  Diversos ambientes
INGRESSO:  Gratuito

CLASSIFICAÇÃO: livre

Exposição Quadrinhos

Horário das 10h de sábado até 18h do domingo

Ingressos

                 Bilheteria R$ 14,00 (inteira) e R$ 7,00 (meia) na Recepção do MIS (somente para o dia da visita).

                Ingressos antecipado Valor R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia- entrada)

                Vendas pelo site e app da Ingresso Rápido

OBS: Os ingressos são vendidos de hora em hora das 10h de sábado até às 8h do domingo. No domingo, a partir das 9h os ingressos são vendidos apenas na recepção do MIS.

Museu da Imagem e do Som – MIS
Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo | (11) 2117 4777 | www.mis-sp.org.br

Estacionamento conveniado: R$ 18
Acesso e elevador para cadeirantes. Ar condicionado.

O Dia mais Claro – DC Deluxe

O Dia mais Claro

Olá Quadrinheiro.

Vamos falar do fechamento da história do Lanterna Verde, sem nenhum lanterna verde, que é O Dia mais Claro. Mas… espere um pouco. Eu disse fechamento da história do Lanterna Verde ? Sim. Sem nenhuma tropa de nenhuma cor, nem verde, nem amarela, nem nada ? Sim. E isso eu achei muito curioso. A saga da Guerra dos Anéis fecha tendo apenas 1 anel e 1 bateria energética que é a branca. 

Pra não ser tão exagerado, deve ter um ou outro quadro com Hal Jordan, Sinestro e Safira Estrela. Mas nem de longe é uma historia centrada nas tropas arco-íris que eram o grande centro do que houve antes. Embora seja um desfecho, sim, da Guerra dos Anéis, esta saga segue um caminho diferente. Além de ser uma grande e boa história, ela serve também pra introduzir personagens, resgatar outros e reintegrar os ressuscitados que retornaram durante a noite mais densa e explicar a razão de terem retornado. Ela fecha a saga de maneira linda, ao mesmo tempo que mostra que nem tudo no universo gira em torno dos Lanternas.

Um novo e brilhante amanhã

Deixa eu te contar um pouco do que acontece e tentar resumir as mais de 660 páginas deste encadernado DC Deluxe da Panini: ao final de A Noite mais Densa, a bateria branca ajudou a derrotar Nekron e terminar com a “escuridão” primordial outra vez, mas desta vez sem precisar resetar o universo. Porém, ficaram uns resquícios e foi preciso restaurar o equilíbrio novamente do universo. Uma vez que a Terra é o planeta onde a vida começou e era onde a bateria e a entidade “Luz Branca” estava escondida e protegida, foram muitos heróis e vilões daqui que a tal luz branca trouxe de volta a vida para cumprirem seus “desígnios” e assim, a ordem ser re-estabelecida mais uma vez. Pra isso, Boston Brand é trazido de volta a vida e é o único a manter o anel branco. E outros personagens revividos ao final de “A Noite mais Densa” começam a descobrir que não foram restaurados a toa, mas com uma missão específica pra cumprir e ao fazer isso, poderiam continuar vivos e ter uma segunda chance. Desta forma, Aquaman, Ajax, Nuclear, Gavião Negro e alguns outros retornaram com umas pequenas diferenças em seus poderes, mas com missões específicas a cumprir. Ao final, o tal “escolhido” para proteger o planeta e a luz branca aparece, recebe o anel branco, derrota a escuridão final e tudo volta a normalidade.

O tal escolhido é o próprio Monstro do Pântano, o elemental da Terra e por isso, o perfeito campeão para protegê-la. Aliás, adoro quando misturam os elementos. Achei legal referenciarem Aquaman como a água, Ajax como a terra, os gaviões como o ar e Nuclear como o fogo. Com esta união, fortalecem o Monstro do Pântano que se utiliza de um ressuscitado Alec Roland pra enfrentar a entidade da escuridão, que se manifesta como um elemental “monstro do pantano” do mal.

Vale citar que isso tudo acontece no encadernado DC Deluxe da Panini: O Dia Mais Claro, que reune em 668 páginas as edições Brighest Day 0, 1 a 24. Na boa ? É material pacas !

Vamos analisar isso.

O próprio Geoff Johns assina este fechamento junto com Peter Tomasi. Acho que Johns não estava muito afim de fechar a história sozinho, mas nota-se claramente a mão dele na direção principal da edição. E a gente nota novamente, assim como em A Noite mais Densa, que O Dia mais Claro carrega o mesmo tipo de formula. A narrativa é rica, uma jornada profunda. A história entra mesmo na condução de alguns personagens, focando pesado em Nuclear, Ajax e Aquaman e pra este introduz um novo aprendiz na pele de Kaldur’ahn, filho do Arraia Negra que sofreu experimentos nas mãos do Rei de Xebel e adquiriu poderes aquáticos como os de Mera.  Muito bom mesmo ver a origem de um personagem que depois vai ser tão importante em Young Justice. Uma renovação diferenciada com a aplicação muito bem feita da Jornada do Herói. Fora que ver Aquaman perder a mão de novo, e lutas épicas comandando peixes mortos é bem bonito de se ver.

Eu acho que O Dia mais Claro se diferencia de A Noite mais Densa principalmente pela ausência do desespero e o foco na esperança. Enquanto na edição anterior você fica o tempo todo perdendo a esperança, nesta edição, embora tudo complicado, sentimos uma esperança o tempo todo. Você sente que algo positivo vai acontecer no final, embora não saiba bem o que, sente esperança. 

Temos um momento bonito do Ajax em Marte, algo parecido com a “Clemência Negra” que Alan Moore criou para Mongul usar no Super Homem durante a era de bronze. Onde ele é dominado mentalmente por uma marciana que deseja repovoar marte acasalando com J’onn e fazendo-o vê-la como sua falecida esposa. Claro que não dá certo, e ele dá uma surra na sua captora e se joga com ela no sol. A história do casal alado que tem suas vidas e reencarnações sempre resetadas também é muito bonita. Carter e Shiera Hall também tem momentos muito desafiadores pra cumprir suas missões de vida ao encontrar a mãe de Shiera e descobrir que ela faz parte do que aconteceu com eles desde o começo. O novo nuclear formado pelo retorno do Ronnie Raymond que se une a Jason Rushk também traz a despedida do Professor Stein com emoção forte.  Esta foi uma saga de revelações, sacrifícios, renascimento e muita luz. Mas poucos sofreram tanto quanto o Desafiador, realmente ele vive o maior dos dramas, já que não consegue se manter no mundo dos vivos e deve retomar a sua maldição de ficar entre os mundos. Nem morto, nem vivo. Apenas existindo.

É uma saga intensa e conclusiva, mas sem deixar de ter história.

Muito lápis no lance

Sendo uma saga enorme, não tem apenas um artista desenhando tantos momentos. É muito visível a mudança de traço durante toda e publicação. Fernando Passarin, Patrick Gleason, Ardian Syaf, Scott Clark, Joe Prado, Oclair Albert e o já conhecido da saga, e brasileiro, Ivan Reis, são os nomes que você deve agradecer depois de ler tudo.  Aliás, cabe dizer que as páginas são meio que intercaladas entre os artistas em uma mesma edição, não sendo cada um em uma edição inteira. Algumas páginas eu até assustei com a mudança de “pegada”, ou melhor dizendo, de “riscada” ou “traçado”. Isso não compromete a experiência, mas é estranho e notável. 

Se você está pensando se vale a pena ter este encadernado em sua coleção, levando em conta o preço aparentemente salgado, te digo que vale. Acho que é uma daquelas edições que são importantes, a história vale muito a pena e em algum momento você vai ter vontade de ler de novo. E ver todas juntas na estante, é lindo !

Abraços do Quadrinheiro Véio !

Lanterna Verde: A Noite mais Densa

A Noite mais Densa.

Olá Quadrinheiro.

Finalmente vou fechar com vocês a saga “A Noite mais Densa” do Lanterna Verde, que a Panini veio publicando em encadernados maravilhosos. Aliás, vou deixar aqui todos os links caso queira ler todos desde o primeiro, iniciado em A Guerra dos Anéis. Se não leu ainda e quiser saber mais, clique no link.

A Luz se apaga…

A Noite mais Densa busca fechar toda a guerra do Geoff Johns, e segue a mesma formula dos outros volumes. Tem uma qualidade muito forte, impar, sabe expor o problema, desenrolar muito bem, coloca a gente em desespero e segura este desespero por várias edições. Tanto que este volume de A Noite mais Densa contem as edições de Green Lantern 43 a 51, Blackest Night 1 a 8 e Blackest Night 0 em 532 páginas. É muito grosso e pesado, mas vale cada página.

A história começa com o retorno do mão negra, inimigo antigo do Lanterna Verde Hal Jordan ( meu preferido ). Como se tornou padrão, hoje é comum dar um passado traumático pra justificar as maldades dos vilões. Na minha infância a gente sabia que o cara era mau e pronto. Hoje, parece que tem que explicar o que levou ele a isso, pra entender as motivações. Como se isso realmente importasse na hora de deter um genocida, assassino ou ladrão na hora que ele está fazendo suas vilanices. Mas os tempos mudam, todo mundo que saber e entender tudo, querem veracidade numa história que personagens usam anéis energéticos pra voar. Eu juro que ainda não entendi bem a linha limite do aceitável e o não aceitável num mundo de fantasia.

 

 

E os mortos se erguem !

A história traz momentos bem dolorosos pros próprios personagens. A pouco tempo, muitos personagens muito bons haviam morrido em suas histórias. Acho que a Noite mais Densa foi uma forma de trazer muitos deles de volta. Personagens como Aquaman, Ajax, Rapina, Jade, Nuclear entre tantos outros são revividos como zumbis numa guerra psicológica muito bem pensada. São discursos emocionais extremos e como a DC tem muito “passado“, é dificil não perceber muitas homenagens embutidas em algumas falas. Personagens clássicos que foram tão perigosos no passado, como Anti-Monitor são trazidos de volta ( infelizmente com uma importância menor e por isso, achei meio desrespeitoso ) e outros heróis menores tem um papel mais forte do que já tiveram em toda sua vida. Eu, como fã do Desafiador, gosto de ver ele tendo suas passagens bem importantes durante a saga, mesmo que isso seja apenas um preparativo pra ele retornar com maior protagonismo em “O Dia mais Claro“, que comentarei mais em outro post/artigo.

A Noite mais Densa é uma história do Lanterna Verde, que é grande demais pra ignorar o restante do universo de heróis e por isso, eles tem alguma participação. Mas o bom disso é que rola o respeito de manter o protagonismo verde o tempo todo. Afinal, A profecia é de OA, está no juramento do Jordan e agora, sabemos do que se trata. Não espere Super-Homem, Mulher Maravilha e Batman roubando protagonismo aqui. Eles estão lá, mas não é a briga deles. Tem mais gente da Liga. Tem gente pra caramba. Tem morto e zumbi pra caramba. Mas é uma história do Hal ! ( aí sim ! )

Basicamente, eles precisam unir todas as tropas para liberar o poder da Luz branca que deu origem ao universo. Então, a missão de unir representantes de todas as cores já mostradas desde a Guerra dos Anéis é o objetivo aqui. Diálogos afiados com egos inflados é o que não falta. Assim como revelações sobre a real importância da Terra no grande esquema dos cosmos. Muito curioso e interessante, criativo e bem desenvolvida, a história segue sempre tensa. Sempre deixando a gente se sentindo realmente numa noite muito, muito densa e que parece que nunca vai ter fim.

Zumbis !

Geoff Johns é bom em narrativa extendida. Ele sabe esticar bem uma história. Esta fase dos lanternas, esta Noite mais Densa, durou 9 edições e termina em segundos… rs… isso é minha única queixa. Desenrola por 500 páginas, complica, vai deixando extremo, vai piorando, vai afundando, promessas e mais promessas de dor e sofrimento, cada vez mais e mais difícil de vencer um inimigo cada vez mais e mais poderoso e conclui em 5 páginas. WTF ?!!? Literalmente, A Noite mais Densa é uma história pra curtir a jornada. Que é sim fenomenal. Mas o final não é ruim, é apenas muito simples, muito curto, muito “quando você percebe, já foi“.

O lápis é compartilhado por muitos mestres neste grande volume: Doug Mahnke, Ed Benes, Marcos Marz e o brasileiro Ivan Reis que autora as edições de Blackest Night. Os traços de todos são bem competentes, cheias e artes de páginas cheias, páginas duplas, quase posteres em alguns momentos. Não tenho queixas e nem elogios. A arte conta o que tem que contar, segue a tendência da época de buscar ser épico o tempo todo. Sou do tempo que a narrativa era mais importante do que a arte. Vi quando isso mudou nos anos 90, quando a arte passou a ter uma maior importância e a narrativa se prejudicou. Toda a saga dos anéis ( desde a Guerra dos Anéis até o Dia mais Claro ) alia qualidade narrativa com qualidade visual. Embora em alguns momentos o poster fica mais importante do que o movimento e narrativa. Fica um pouco a impressão de que os personagens estão posando pra foto o tempo todo. Muito bem desenhado. Arte linda, impecável, mas as vezes falta aquela coerência com a situação. Acho lindo, não estou reclamando, apenas pontuando uma percepção.

Mas… e aí ?

A Noite mais Densa é uma história digna como a muito não se via. Ela tem a grandeza da DC dos bons tempos, ela faz a gente não querer mais parar de ler, ela tem Hal Jordan e Barry Allen. hehehehe… Embora eu tenha demorado muito pra finalmente me permitir ler estas maravilhas, com medo e preconceito desta invenção de diversas tropas e cores diferentes, eu fui surpreendido positivamente mesmo já pegando a coleção com a proposta de não gostar. Mordi a lingua, e gostei.

Então, se você estava esperando algo acontecer pra finalmente adquirir e ler a Noite mais Densa. Se estava esperando este quadrinheiro véio te falar o que pensa, a espera acabou. Compre sem medo, dinheiro bem investido. Livro lindo na estante, coração recheado de emoção e alegria de estar ao lado dos Lanternas Verdes enfrentando sua maior profecia, seu apocalipse pessoal.

Abraços do Quadrinheiro Véio !

 

Panini anuncia aquisição de licença da Disney para lançar álbum histórico de Mickey 90 anos

Panini anuncia aquisição de licença da Disney para lançar álbum histórico de Mickey 90 anos

Livro ilustrado comemorativo do personagem mais famoso do mundo e símbolo da Disney conta sua origem e evolução ao longo dos anos e traz 276 cromos e 36 cards colecionáveis ! 

O icônico personagem criado por Walt Disney nos anos 20 acaba de ganhar um álbum de figurinhas oficial: Mickey Mouse História com Cromos. A coleção comemora o aniversário de 90 anos do personagem mais famoso do mundo e também celebra um marco histórico para a editora, que anuncia a aquisição das licenças da Disney, Marvel e Pixar no Brasil para a publicação de álbuns de figurinhas. O livro ilustrado comemorativo será lançado em 21 de novembro e contará com 276 cromos coloridos e em preto e branco, entre eles, 60 especiais, além de 36 cards.

Para a edição histórica de 90 anos, a ilustração da capa do álbum foi desenhada com exclusividade para a Panini por Giorgio Cavazzano, cartunista italiano da Disney e um dos mais reconhecidos pelo seu trabalho. O livro traz a origem do personagem, desde a sua primeira aparição no lançamento de Steamboat Williecurta-metragem clássico de Mickey que estreou em 1928 – e depois na animação Fantasia, dos anos 40, até chegar a 2004, com Os Três Mosqueteiros, além de informações e figurinhas que retratam o começo dos quadrinhos.

As páginas contam ainda com uma história em quadrinhos inédita, escrita pelo também cartunista italiano Andrea Castellan, popularmente conhecido como Casty e considerado um mestre da Disney. Os amigos do Mickey não ficarão de fora da coleção! Há espaços dedicados especialmente a Minnie, Pateta, Pluto, Pato Donald e família, e muitos outros, com o perfil completo de cada um deles. 

Para finalizar a diversão, as páginas trarão o personagem em muitas aventuras, como Mickey viajante, explorador, arqueólogo, repórter etc. E, para você que quer conhecer a casa do Mickey, muitas figurinhas o levarão até lá.

A experiência ficará ainda mais completa com os cards do Mickey e seus amigos para colecionar. Cada envelope de figurinhas trará cinco cromos e um card especial. Além disso, os álbuns trarão um porta-cards exclusivo para guardá-los.

O livro ilustrado estará disponível em versões com capa dura e brochura no e-commerce www.lojapanini.com.br, além de livrarias, bancas de jornal e lojas de brinquedos de todo o País.

“Estamos muito felizes e animados em ganhar as licenças da Disney, Marvel e Pixar no Brasil para a publicação dos álbuns de figurinhas de diversos personagens. Esperamos que essa parceria traga muitas novidades para o público. Começamos com o pé direito, com o lançamento da coleção comemorativa Mickey 90 anos, um presente para nós da Panini e para as famílias que poderão colecionar juntos nessa data tão importante”, diz José Eduardo Martins, presidente da editora no Brasil. 

Ficha técnica

Mickey Mouse História com Cromos

Formato: 225 X 287 mm

Estrutura: 4 capas + 64 páginas

Capa: cartão com verniz reserva

Miolo: offset 90 g

 

Cromos: total de 276 cromos, sendo 60 especiais

Cards: total de 36 cards

 

Lançamento: 21/11/2018

Distribuição: nacional

Preço do livro ilustrado brochura: R$ 12,00

Preço do livro ilustrado capa dura: 62,90

Preço do envelope com 5 figurinhas e 1 card: R$ 2,50

Abraços do Quadrinheiro Véio

Panini lança box com coleção completa de Sandman em comemoração aos 25 anos do selo Vertigo

Panini lança box com coleção completa de Sandman em comemoração aos 25 anos do selo Vertigo 

 Box será vendido com exclusividade no e-commerce da Panini e durante a CCXP

 

Você sabe bem que como Quadrinheiro Véio, isso precisa estar na minha coleção.  Não importa se eu já li, se tenho os formatos da época. Isso é obrigatório.

A série de história em quadrinhos publicada pela Vertigo e escrita pelo autor inglês Neil Gaiman acaba de ganhar um box da editora Panini.Sandman: Coleção Definitiva comemora os 25 anos do selo e traz os títulos Absolute Sandman, com as edições de 1 a 5, Morte e Prelúdio, embalados em uma caixa exclusiva para os fãs da primeira HQ a receber um prêmio literário e a entrar na lista de best-sellers do respeitado jornal estadunidense The New York Times. 

Com edição limitada, o produto estará disponível em pré-venda a partir de 10 de novembro, dia do aniversário de Neil Gaiman, no site da Panini: www.lojapanini.com.br e será lançado na CCXP, em 6 de dezembro. A venda acontecerá com exclusividade durante os quatro dias de evento e na loja on-line da editora até acabarem os estoques.

Sandman conta a história de Morfeu, responsável pelo Mundo dos Sonhos e que tem controle e acesso a todos os sonhos da humanidade e das criaturas capazes de sonhar. Quando Morfeu é capturado, após tentativa sem sucesso de capturarem sua irmã, a Morte, o Mundo dos Sonhos fica abandonado e os sonhadores, desamparados. O fenômeno da cultura pop revela como o personagem se libertou e foi capaz de se adaptar quando retornou após anos de ausência.