VINGADORES | Ultimato : 32 pôsteres entregam quem sobreviveu !

VINGADORES | Ultimato : 32 pôsteres entregam quem sobreviveu !

E a Marvel acabou de lançar 32 pôsteres que entregam quem não morreu na Guerra Infinita. Uma idéia sutil que mostra sem mostrar. Estão lindos e aqui você pode baixar em alta qualidade.

Lembrando que falta menos de 1 mês pra estréia de Vingadores Ultimato !

Olhaê:

                        

Abraços do Quadrinheiro Véio !

Trailer Guerra Civil

Trailer Guerra Civil

E finalmente o trailer de Guerra Civil foi lançado na rede mundial e causou grande alvoroço. Guerra Civil é o tema do novo filme do Capitão América e é basicamente um racha entre os Vingadores. Claro que isso vai se resolver de alguma forma, já que eles irão se unir para enfrentar Thanos nos dois Vingadores finais.

Veja o vídeo e assine nosso canal, onde expomos nosso ponto de vista sobre os acontecimentos do trailer, com a percepção dos Quadrinheiros Véios !

Abraços do Quadrinheiro Véio.

Trailer Guerra Civil

Demolidor – A Queda de Murdock

Miller e Mazzucchelli.
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O post poderia terminar por aqui, mas como eu não sei falar pouco, e eu demorei muito tempo pra resolver escrever sobre esta saga, cá estou eu sentado na frente desta tela, emocionado, por finalmente poder falar de uma das que eu considero uma obra prima dos quadrinhos, e que me fez crescer muito como ser humano, já que li isso ao final dos anos 80 na SAM e era a revista que eu não conseguia parar de esperar, mês a mês, pra ir buscar na banca enquanto não fechou a história.
A Queda de Murdock marcou a minha vida de tal forma, que até hoje eu lembro falas, narrativas, quadros e do sentimento. Sempre faço questão de falar sobre o sentimento, sobre a influencia que as HQ’s exercem em nosso emocional. Se ela não te abalar emocionalmente e não te instigar mentalmente, ela está deixando passar uma oportunidade de ouro.
Provavelmente voce já sabe desta HQ. Não poderei fugir de um spoiler ou outro durante o texto, mas se você não leu ainda esta edição tem dois motivos: Você começou a ler a pouco tempo ou você não é fã de quadrinhos. Mesmo que você goste ou não goste do Demolidor, tem que tirar o chapéu pra esta historia, que reune uma narrativa densa o tempo todo, cheia de nuances, de passagens psicológicas, reativas, levantando temas relevantes para a época como as drogas, os cartéis, gângsters e o lado humano do Matt Murdock. Quase não temos o Demolidor, é tudo centrado no Matt, no ser humano, na pessoa. Pessoa que sente, vive, respira, chora, come, dorme, machuca, pensa e sofre. E como sofre.
Deixa eu te situar um pouco no tempo. Antes desta saga, o Demolidor vivia num mundo florido, light… não tinha muita profundidade. Miller havia estado na revista a uns 7 anos antes e já  havia começado a colocar o estilo mais denso e sério, mas quando ele retornou pra escrever a Queda, ele veio pra detonar, pra mudar.
E como ele ja estava naquela energia do Cavaleiro das Trevas e outras publicações dele da mesma época, ficou mais evidente que ele gostava mesmo era de quebrar tudo. Sagazmente ele decidiu reposicionar o personagem, centrar ele numa guerra urbana, em um bairro simples, em um cotidiano mais próximo do chão, menos acrobático. Tudo se passando na Cozinha do Inferno, mas a realidade mesmo era que não importava. A Queda é do Murdock, não é do bairro, não é do Demolidor. A revista começa e termina com Matt. Demolidor demora pra entrar em cena e você não sente falta. Não sente…

 

A narrativa as vezes segue complexa e densa, te localizando, gerando o clima certo. Tem uma passagem que eu realmente adoro, que a gente fica cego com o Matt, que ele relembra como foi os primeiros momentos no hospital, os diálogos  os sons… tudo com muito sentimento, muito tocante. A gente emociona com ele, sente pena, sente a força dele surgir. A gente se torna o Demolidor, nascemos junto com ele. Depois, entram quadros e mais quadros de movimento. Movimento silencioso, com quadros que variam de tamanho… pequenos detalhes mostrados para intensificar grandes movimentos. Mazzucchelli fez algo admirável tamanho é a profundidade emocional dos personagens em um traço exageradamente limpo. Acho isso formidável, uma qualidade. E a coloração clean, lisa, sem aquele monte de manchas para dar profundidade. HQ por HQ mesmo, comum na época pré-photoshop. A paleta das cores geram nuances que acompanham toda a trama de modo que se você apenas seguir a leitura sem atentar aos detalhes a condução do seu inconsciente é tão grande que você fica ofegante junto com ele após uma corrida, ou de olhos mareados, ou com um frio na barriga de medo nas cenas em que os personagens sente isso. As sequências de movimento são tão perfeitas que você desvia a cabeça pra não ficar no meio de uma porrada ou um chute. Seus dedos se quebram junto com os do repórter. Você perde a respiração junto com o policial estrangulado. Você sente a dependência quimica do Bazuca, e quando Murdock cai, você também cai.
A queda mesmo esta nas duas primeiras edições, depois vem a recuperação e termina com ele livre, recomeçando a vida. É um roteiro digno de filme. Juro. Alias, este post está sendo lançado hoje, junto com o lançamento mundial da série do Demolidor na Netflix de propósito. É a minha homenagem e desejo de que a série seja mesmo um sucesso.
Os pensamentos do Matt são um prazer a parte. Muito bem escritos. Eu gosto mais da primeira tradução, da SAM. É mais coesa e pra mim tem todo o fator nostálgico, admito. Mas os pensamentos dele, o diálogo interno, as conclusões… o limiar da loucura. E tem também o pensamento do Rei. Pensamento primoroso, de um grande vilão. Junto a tudo isso o contra-ponto que passou a ser muito usado com o DD, que é o demônio sempre sendo salvo pela igreja, alem de a própria mãe ser uma freira. O reencontro deles, a forma que ele descobre isso.
Tudo artístico, tudo perfeito. Não consigo ainda ver nesta obra a mão do marketing. O lance era fazer uma boa historia, com os personagens se revolucionando. Uma das maiores provas da grandeza desta saga é que mesmo fora do contexto temporal, ler ela hoje te toca do mesmo jeito. Sabe por quê ? Porque é uma historia humana. Não fica datada com tecnologia. Este é o toque magistral do Mestre Miller.
Nesta HQ aconteceu tanta coisa, tanta mudança… Ben Urich, JJJameson, Rei Do Crime, Franklin Nelson, Karen Page, Melvin Porter. E o mais legal, na minha opinião tem a melhor historia do Capitão América até hoje. Esta frase do Capitão, segurando a bandeira americana é muito marcante: ” Não sou leal a nada, General… exceto ao sonho.” Em determinado momento, o bairro da Cozinha do Inferno é bombardeada e os Vingadores precisam intervir: Um Soldado cuja voz poderia comandar um deus, e um deus cuja voz pode comandar o tempo. Todos se calam…”. Grandioso !
Acho que vou parar aqui, pra que você possa ler ( ou reler ) a sua edição. Está na coleção Salvat.
Agradeço a oportunidade de escrever neste blog, reler esta edição me trouxe a mesma emoção de quando eu li a primeira vez. E agradeço a você que lê e conversa comigo através deste blog. Se você não vem aqui ler, provavelmente eu não escreveria.
Abraços do Quadrinheiro Véio !
 
 
 
 
 

 

 

 

 

 

 

 

Cronologia do Universo Marvel – Filmes, Curtas e Séries

Oi, Quadrinheiros.
Este post é meio diferente, mas é só porque eu sempre achei meio confuso de explicar pras pessoas leigas sobre a real sequencia de fatos dos filmes, conciliando cinema, curtas e as séries.
Encontrei em um grupo do Facebook esta imagem que eu achei que a pessoa que fez foi genial.
Não fui eu que organizei, mas se você que estiver lendo souber quem fez me escreva e me conte quem foi para que eu dê os devidos créditos.
Basicamente é isso aqui, nesta sequencia, considerando o dia de hoje como referencia.
Interessante, né ?
Fica mais fácil de entender, inclusive porque ele(a) colocou até a sequencia das cenas pós-créditos.
Sensacional.
Abraços do Quadrinheiro Véio

Capitão América: Morre uma Lenda

E aí, amigos leitores ! Já leram Capitão América Morre uma Lenda ?

Capitão América, pra mim, sempre foi um herói “B”. Tipo, um segundo escalão, com histórias com um nicho bem específico. Claro que ele tem uma representatividade de uma importância absurda pelo que ele representa, mas suas histórias, desde quando eu comecei a ler revistinhas, sempre foram fracas, sem empolgação, mas fieis ao ideal que ele representa, que é o sonho de liberdade americano. E só por isso, ele já tem muito mérito. Lembro me até hoje que uma das melhores histórias que eu li do bandeiroso foi justamente a participação dele na obra prima “A Queda de Murdock” do Demolidor. Quem se lembra, tem uma passagem em que ele é questionado se ainda é fiel aos EUA, e ele responde, segurando a bandeira, que é fiel ao sonho. Achei muito nobre. Aliás, ele é um personagem nobre.
 
Capitão América Morre uma Lenda
Em Capitão América: Morre uma Lenda, que eu li pelo fascículo 51 da Coleção Oficial de Graphic Novels da Editora Salvat, noto que é mais um réquiem do que qualquer outra coisa. Desde a morte do Super-homem, não haviam matado um personagem icônico e importante como o foi o Capitão. E esta edição reúne a edição que ele morre e 5 edições de um tipo de ‘homenagem póstuma‘. E eu gosto muito destas publicações mais psicológicas, mesmo que sejam super clichês, é bacana ver a reação dos outros personagens quando perdem um dos ‘deles‘. Aliás, se o assunto é guerra, americano nada de braçada, né ? E quem morreu é só o símbolo maior da guerra nos quadrinhos, mesmo que não diretamente, todo mundo sabe que o Capitão América surgiu por conta da Segunda Guerra Mundial e mesmo que ele esteja diretamente simbolizando o sonho de liberdade, o ‘lado certo‘ da guerra, outro fato comum é que em toda contenda, o lado que vence é o lado que está certo, é o lado que ‘conta a história‘.
Particularmente, pra mim, não existe beleza e nem vitória em uma guerra, nenhum lado vence. Vence apenas a ignorância humana. O Capitão tentava estar acima disso, mas sempre fiel ao sonho americano, o que é normal, claro… afinal, ele também representa o patriotismo americano, acho até que ele é como se fosse a materialização deste patriotismo, a forma-pensamento deste sentimento tão forte que acho que os americanos tem ‘de mais‘ e nós brasileiros temos ‘de menos‘.
Retornando a HQ, o que eu achei bem criativo é o fato de as 5 revistas representarem as 5 fases do luto. Como estudei psicanálise, adorei esta referencia, porque eu pude notar nos poucos pacientes que eu atendi e no meu observar das pessoas que vivem o luto, como estas fases são reais, sejam elas transparentes, sejam elas escondidas nos comportamentos e mentes das pessoas. Cada uma destas fazes é ‘meio’ que representada por algum herói ligado ao Capitão, e embora todas sejam do mesmo roteirista, cada uma teve um desenhista diferente. Ainda assim, o tom emocional é o guia da publicação, o tempo todo com pesar e o Homem-Aranha sempre o mais emotivo de todos, arrasado. O que me surpreendeu foi o Wolverine. Ele não se bicava com o Capitão, mas era muito sensível o respeito que ele nutria. Era um respeito meio : Você é o que eu não posso ser, te odeio por isso, mas ao mesmo tempo te admiro. Tipo isso. Também vale notar o retorno do Gavião Arqueiro, mesmo sem revelar como isso aconteceu, já que ele morreu em “A Queda”, e até as forçações de barra em alguns diálogos estão bacanas. Mas senti muito a falta do Thor… se não me engano neste período ele estava morto. ( hehehehe… mais um morto, não morto, perdido em algum lugar… )
A história se passa logo após a Guerra Civil, em que ao seu final o Capitão se entrega as autoridades e está sendo levado a um julgamento. De repente, ele leva um tiro, seguido de mais 3 tiros a queima roupa ( que não direi quem deu os tiros, pra não atrapalhar sua leitura ) e não consegue se salvar a tempo. Tipo, o cara morreu algemado, no meio da rua. O que pode ser pior pra um soldado ? Todo soldado sonha morrer na guerra, e não ali, num ataque covarde. E suas últimas palavras, como sempre, foram de um herói: Salve a multidão.
Bom, em HQ sabemos que um herói só morre se o roteirista quiser, porque tem um milhão de personagens com poderes grandes o suficiente pra salvar um herói assim, mas depois de 2 anos sabemos que ele volta. Aliás, isso perdeu a graça, né? Toda vez que alguém morre nas HQ´s a gente nem sente mais porque sabe que ele vai voltar. Aí, é que nem ver novela da Globo, você já sabe tudo que vai acontecer pelas revistas de fofoca, mas assiste mesmo assim… Então, a gente lê pela jornada e não pelo fim. No meu caso foi bem isso. E cabe um parenteses aqui: Eu li esta HQ pela primeira vez ontem a noite, mas a repercussão da morte do supersoldado em 2007 foi mundial. Como sempre falo, ler as histórias na época em que são publicadas é fundamental pro bom entendimento e vivencia do mesmo. Então, estou tendo muito cuidado com o que comento e opino aqui, porque algumas histórias fazem sentido devido ao seu contexto, como Watchman, Cavaleiro das Trevas, e etc…
O roteiro é de Jeph Loeb, a partir de uma idéia de J. Michael Straczynsi. E cada edição, como já disse, teve um desenhista. Primeiro o Lenil Yu com a Negação, Ed McGuinness desenhou a Raiva, John Romita Jr ficou com a Barganha, David Finch com a Depressão e John Cassaday finalizou com a Aceitação. De modo geral as histórias são escuras até chegar na Aceitação. Tem quadros grandes, muita emoção nos rostos, alguns diálogos inteligentes e sagazes, mas sem naquele clima de homenagem, de falar bem do cara que morreu, de resgatar momentos de seu histórico e tudo o mais. Se faz notar a ausência de vilões, e o constante clima do final da Gerra Civil, um momento do mundo super abalado por esta partição entre os heróis. E também se faz notar como o Tony é um grande babaca. Sério. 
É um roteiro clichê ? Sim, é sim. É todo um papo que cansamos de ver em outros funerais ? Sim. Vale a leitura ? Se você gosta deste tipo de material, você vai comer esta revista de colherada, porque é muito bem feita, desenhada e amarrada. O sentimento é mesmo de funeral, de luto, e acho que a gente até passa por isso junto com os personagens.
 
Bom, acho que é isso. Vou ficando por aqui.
Comenta aí embaixo o que você achou do funeral do bandeiroso também, tá ?
 
Abraços do Quadrinheiro Véio.
 
Capitão América Morre uma Lenda

 

Capitão América Morre uma Lenda

 

Capitão América Morre uma Lenda
 
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Capitão América Morre uma Lenda

GUERRA CIVIL

Poxa, nem sei como começar. Fiz este blog pra ser sincero e pode ser que meu relato do que eu achei desta edição da Coleção Salvat não seja o que a maioria vai concordar. Mas tenho um compromisso de ser verdadeiro aqui e como não tenho a intenção de afrontar e nem ofender ninguém, saiba que aqui é a minha opinião expressa, e eu respeito e acho muito normal um monte de gente discordar, ok ?
 
GUERRA CIVILExplicado isso, digo que não gostei mesmo de Guerra Civil. Foi tanto estardalhaço sobre esta HQ que eu comprei achando que estava trazendo Ouro pra casa, mas ao final era Pirita… hehehe…Percebe-se muito claramente que é uma ‘crise‘ feita pra vender e pra mudar as coisas no universo Marvel. Não foi uma história feita pra ser algo normal, mas foi algo tão surreal e forçado ( minha opinião, ok ? ) que eu não acreditava que estava lendo algo que pra muita gente foi considerada a melhor saga dos anos 2000. Na boa, li coisas muito menores e muito melhores do que esta ‘maxi-série‘. 
Sei da importância desta HQ, que ela se estendeu por mais de 100 revistas, que ela mudou tudo no dia a dia heroico do mundo dos super -caras Marvel, mas isso não quer dizer que é uma boa história, entende ? É fraca, sem foco, toda furada, sem personalidade… todos os personagens tirados do seu ‘eu‘ natural, mas não de forma a responder a uma situação natural externa. Foram mudados em sua essência de comportamento. A meu ver, foi algo tão forçado que não se reconhecia os personagens. E não dá pra dizer que é isso porque era um momento de crise. Nem ferrando… estes caras vivem passando por momentos de crise e isso não é motivo. A única lucidez que eu vi foi com o Justiceiro. Nem Demolidor, nem Capitão América, nem Homem-Aranha e nem ninguém mais chegou perto de algo digno de nota. Cara, desde quando o Aranha é tão inocente de cair na conversa do Tony e revelar sua identidade? Sério que alguém achou isso uma boa ideia? Só eu que vejo que é mais marketing do que uma boa história ? Até o Thor, em Renascer dos Deuses ( aqui ), percebe o quão ignóbil foi este ciborgue ridículo que o Reed criou com Tony e Hank.
GUERRA CIVIL
Cara, jura que um cara como o Reed deixaria passar uma trava de segurança ? O Reed ? Ah, fala sério… forçado, forçado, forçado !! Já passei por muitas reformulações e crises de universos Marvel e DC pra reestruturação do mesmo e mudar o caminhar pra criar novas histórias e ganhar mercado, mas esta Guerra Civil não chega aos pés… e olha que Flashpoint da DC é boa, mas criou um universo muito patético e sem cabimento que é os novos 52. Esta HQ justifica o motivo de eu ter abandonado as HQ´s logo após o fiasco da Guerra dos Clones do Aracnídeio. Achei que nada seria pior… neste caso eu amaria estar certo.
Agora, prometo, vou tentar achar as coisas boas que eu gostei nesta HQ. Primeiro e a melhor de todas: Tirou aquele uniforme ridículo do Peter… sério que o Homem-aranha usava armadura até chegar aí ? Meu, graças a Odin eu perdi isso. Uma outra coisa bacana foram as justificativas para os X-Men e o Dr. Estranho ficarem de fora da batalha. Se a situação dos mutunas já era de vigiados pelo governo, não tinha sentido mesmo brigar… e como a Emma bem justificou, eles sabiam no que aquilo iria dar, então, melhor ficar de fora mesmo. Curioso é ter o Vovô mutante na capa da edição ( Vô Verine!!! tu-rum-tisss ), sendo que ele mal participa do comecinho. E outra curiosidade… embora o Vigia seja proibido de interferir, não tem história que ele apareça que ele se segure… hehehe…. ele sempre dá uma forcinha… e nesta, não. Então, tem tanta coisa ali que é fora do lugar, que eu só posso dizer que esta edição não foi feita pra mim, foi pra outro tipo de público e eu posso entender e aceitar isso perfeitamente.
 
 
Poxa, tentei, mas não consegui falar bem nem quando me propus… hehehe… Vamos lá, outro ponto que eu gostei foi a ideia da prisão ter o nome de 42… embora tenha sido mostrado na HQ que este nome veio por ter sido o 42o projeto da lista que os 3 montaram, sabemos que 42 é um pouco mais do que isso, né ? Curioso eles mandarem esta indireta de que esta prisão era a resposta a grande questão da vida, do universo e o tudo mais. Tem muitas outras referencias, mas nada que valha a pena listar.
 
GUERRA CIVIL
O traço também não ajuda, mesmo sendo um cara que muita gente acha incrível, eu realmente sou um velho ranzinza e gosto mais de desenhos com mais movimento e menos pose. Steve McNiven não tem um traço que convence, parece inseguro… olhos sem vida, rostos que não são uniformes, parece amador ( minha opinião… ) e o Mark Millar visivelmente fez algo pensando mais na mudança do Universo Marvel do que na história em si. Não sei se me faço entender… Realmente me decepcionei bastante porque existe muito barulho sobre ela. Guerra Civil é uma ideia muito boa, que foi desperdiçada numa execução ruim, sabe assim ? Um final medíocre e ‘preguiçoso‘, porém coerente com a bomba que é o decorrer da saga. Esta saga deveria ter sido mais bem feita, porque as consequências que ela deixou são muito importantes. Acho que é isso que mata a gente de raiva. 
 
Bom, é isso. GUERRA CIVIL. Perdoe-me se em algum momento invado a sua opinião. Saiba
que não quero ser desrespeitoso com ninguém e o espaço é livre pra comentar a sua opinião a vontade. Aliás, eu até gosto disso. Aprendo com os comentários porque me mostram pontos de vista que eu não percebi e sou bem aberto a este tipo de opinião. 
 
Abraços do Quadrinheiro Véio !

Caveira Vermelha: Encarnado

Olá, Quadrinheiros !
Não sou muito fã de publicações que visam humanizar alguns personagens, dar um passado crível em que uma pessoa, mesmo com escolhas fáceis, se torna um vilão muito mau. E é o que esta série encadernada tenta fazer. O ano é 1923 em Caveira Vermelha: Encarnado, e vemos o jovem Johann Shmidt com 9 anos, morando em um tipo de orfanato-reformatório em meio a uma revolução em que Adolf Hitler inicia seu processo rumo ao poder e a crise econômica afeta o país que perdeu a primeira guerra. Algo bem legal é que se passa bem antes de Capitão América ou qualquer outro herói. É toda centrada e direcionada ao protagonismo de Shmidt.

Acho que a primeira coisa a comentar a favor desta HQ é o fator histórico. Particularmente, eu adoro momentos históricos. Gosto quando uma HQ se localiza bem históricamente e faz a gente aprender um pouco sobre história mundial, principalmente as guerras. Tem muita coisa que eu não sabia, algumas informações bem legais sobre este período. Após o começo em 1923, a estória vai se desenrolando até 1934, que ao final vemos o jovem de 20 anos já ao lado de Hitler. 
São tantas referencias históricas que eles dedicam várias páginas no final do livro pra explicar as passagens reais que acontecem e são citadas durante a HQ. Pra quem curte as guerras mundiais, é um prato cheio. Claro que se considerarmos um jovem crescendo em meio a tudo isso, ele vive conflitos e tudo o mais, mas não acho que os vilões precisem se humanizar. No meu gosto pessoal, claro, prefiro vilões que são loucos e maus e pronto. Sem esta de mostrar que ele era humano, perdeu as coisas, se virou pro mal e de repente, PUM, vilão sem volta. A série mostra que ele tinha tendencia pro mal o tempo todo, claro. Mas com um fundo mais egoísta e de sobrevivencia pessoal do que de ser mau como costumamos ver o Caveira Vermelha Adulto. Tirando isso, todo o resto é muito legal, interessante e inteligente.
O roteiro é de Gerg Pak, que sabe gerar drama e nota-se um ritmo bem daquela época mesmo. Lugares pouco populosos, a noite ainda é vazia, tensão economica e diversos pontos que fundamentam a época. E o traço de Mirko Colak é bem artistico, embora não seja sombrio como se esperaria de uma estória de origem de um cara como o Red Skull. É um traço bem limpo se observarmos com atenção. Acho que seria bacana se ele fosse mais limpo no começo e até o final, fosse ficando mais sujo. Mas… quem sou eu pra achar qualquer coisa, né ? ( hehehe… ) O olhar do Caveira é bem caracteristico em alguns quadros, principalmente quando ele tem atos ruins. É possível sentir sua raiva. Aliás, percebo que o sentimento principal é a raiva. Já as cores estão bem desbotadas, dando um ar retrô. Acho que como o traço não é sombrio, a coloração de Matthew Wilson resolve um pouco, dando o ar mais dramático e escurecendo um pouco. Mas é um escurecer sem cores escuras, saca ? Tipo isso.
Não tenho muito mais a dizer sobre este encadernado, exceto que eu recomendo a leitura. Ela é intrigante, lenta e profunda. Eu diria até que os desenhos, olhares, movimentos falam tanto quando os diálogos. É possível mesmo você sentir emoções estranhas lendo, porque tem umas reviravoltas que são esperadas e inesperadas ao mesmo tempo. Leia sim, principalmente se você é fã da época destes 20 anos retratados nesta publicação, sob o olhar do Caveira Vermelha.
Abraços do Quadrinheiro Véio !

Capitão América – A Escolha

Olá amigos Quadrinheiros !
O post de hoje é sobre a mais recente edição da coleção oficial de Graphic Noveis Marvel da Salvat aqui no Brasil: Capitão América – A Escolha. Este é o 15o lançamento, mas é o volume 55 da coleção e mais uma vez temos uma reunião de uma mini-serie de 6 partes do soldado bandeiroso da Marvel. ( deu pra notar que não é o herói que mais simpatizo, né… ) e nesta edição podemos ver como os americanos são forjados nas guerras. Claro que sendo um personagem que é um capitão do exercito americano e que foi criado durante a guerra mundial, não teria como ser diferente. E basicamente um thriller motivacional, inspirador, com falas heroicas e idealismo puro. Bem Capitão América, bem americano. Sem vingadores ou vilões fantásticos. Apenas os humanos e suas humanices.
De modo geral eu classifico a edição como boa.

Confesso que os traços do Mitch Breitweiser não me agradaram muito, mas a coloração de Brian Reber é primorosa e perspicaz. Não que o Mitch não seja um bom artista, porque é. Seu desenho tem movimento e sentimento, mas, não sei… acho que é um lance de “gosto pessoal” mesmo. Quem sou eu pra avaliar tecnicamente, né ? O fato de eu ser um leitor a 3 décadas não quer dizer que eu entenda tecnicamente, apenas apurou meu conhecimento do que eu gosto e do que não gosto.

Como ia dizendo, a coloração é bem sombria, fria, como uma guerra tem que ser. Tons claros, azuis e beges que dão mesmo um ar de distanciamento, como se ele quisesse que participássemos mesmo de fora da estória, sem estar lá dentro. Impossível, a gente sente um no na garganta, um gosto amargo o tempo todo porque a linha que o roteirista seguiu é tão emocional que faz a gente se sentir desamparado pelo que o Capitão está vivendo, ao mesmo tempo que faz com que vivenciamos um sentimento de “caraca, não faço nem metade do que este cara faz pelos outros… que M#&%@ de ser humano eu sou.”

É um roteiro que leva a gente a refletir. Tudo acontece durante a guerra do

Afeganistão, e o Capitão está morrendo e precisa escolher um sucessor. Esta é a escolha do título. Ao final, sentimos que ele está escolhendo a todos e não apenas o soldado que está com ele. O Capitão é mostrado como sendo realmente um grande soldado. Um que nunca existiu e nunca existirá, porque a dedicação dele não é humana. Mas é bonito de se ver e faz a gente se questionar porque ficamos esperando que uma pessoa seja o como Steve Rogers ao invés de todos nós nos tornarmos alguém como ele. Isso é utópico, mas imagine uma sociedade em que cada um faz o melhor possível a cada dia pra que o mundo seja melhor, utilizando de coragem, honra, lealdade e sacrifício. Pois é… pense aí.

Em alguns momentos você deseja que o livro termine logo porque o sofrimento é grande. Confesso que em certo momento a arte parou de me incomodar e eu só queria ser aliviado da angustia do soldado que o Capitão América escolheu pra ser seu substituto, a pessoa que deve sair da caverna pra descobrir quem é de verdade. David Morrell, o argumentista desta edição, mostra que entende de guerra, entende do coração e mentes de quem vai no frionte. Pra quem não sabe, nos anos 70 Morell escreveu o livro “Rambo – First Blood“, que viraria filme nos anos 80. Preciso dizer mais ?
A famosa metáfora da caverna é a base da transformação que esta HQ desvela a nossa mente. Se você ver esta edição e não ficar no mínimo pensativo sobre sua atuação no mundo, talvez devesse rever seus valores e princípios. Olhar pra dentro de você e descobrir o que te faz humano. Talvez descobrir da mesma forma que o Homem Molecular aprendeu com o Dr. Destino em Secret Wars: ” Seu limite é aquele que você mesmo se impôs“.
Bom, é isso.
Comentem, curtam, compartilhem.
Nada do que coloco aqui é só meu. Embora divida a minha opinião, gosto de saber a opinião de vocês, gosto de que discordem de mim, de conversar, saber opiniões e percepções diferentes da minha.
Abraços do Quadrinheiro Véio.

Os Supremos – Segurança Nacional

Bom dia, Quadrinheiros !
Neste sabadão de manhã vou escrever um pouco sobre a publicação desta quinzena da coleção da Salvat, o volume 29: Os Supremos : Segurança Nacional. E o mais legal, desta vez a lombada encaixou direitinho no volume 28, que é o começo da estória. Legal, né ? ( Finalmente uma bola dentro nas lombadas, hein Salvat ).
Antes de mais nada preciso informá-los de que eu não sou patrocinado pela Salvat pra falar sobre as edições. Eu gosto de colocar por serem edições especiais bem bacana, bem feitas e importantes dentro do contexto das HQ´s. Dito isso, vamos em frente.
Falar de The Ultimates é bem problemático pra mim. Até mesmo porque este

universo paralelo da Marvel não foi feito pro pessoal da minha época, mas sim pra nova geração Z que está por aí. Considerando que sou do final da X, acompanhar até os Y nos dias de hoje as vezes é complicado. A minha sorte é que me adaptei bem a tecnologia atual.

Os Supremos: Segurança Nacional é a continuação de Os Supremos: Super-humano, que já comentei aqui no blog em janeiro. E minha opinião não mudou muito, então, se não leu, vale a pena dar uma olhada lá naquele post. Se já leu e quiser relembrar, é só clicar aqui.
Nesta continuação temos um grande desafio pro novo grupo, e desta vez uma ameaça intergalática. Aparentemente um grupo de alienígenas, conhecidos com os Chitauri ( a mesma raça que ataca a terra no filme dos Vingadores, mas o poder transmorfo não é citado no filme, bem como a inteligência ), quer dominar o mundo, porque consideram que o pensamento humano individual deve se extinguir e todo mundo tem que pensar igual já que o universo é um grande organismo e se cada um pensar por si mesmo, este organismo morre. Faz sentido, mas não da forma que eles querem, através da força. Depois é revelado que eles são os Skrulls, e que neste universo pra poderem mudar de forma eles tem que comer o humano original e tomar sua forma ( WHAT ?!?!?!?!! ). Gente, na boa… O QUE É ISSO ? Primeiro a Vespa é mutante e tem hábitos de insetos… agora isso ? Oh G’d… kill me !
Seguindo, temos uma estória que é o Capitão América e seus amigos. Herois descaracterizados, com mudanças muito esquisitas, visivelmente uma tentativa de pegar novos fãs pras revistas, porque os antigos não vão ter facilidade pra aceitar algumas mudanças. O visual do Thor é bem legal, mas poxa, o Mjolnir não tem machadinha atrás, pela mor de Odin !!! Ao menos a ideia de quem ninguém acredita mesmo que ele é um deus nórdico é divertida. Aliás, cabe aqui um parenteses… parece que se não encherem de piadinhas e diálogos engraçadinhos não se faz mais HQs nos dias de hoje, né ? Precisa mesmo de piadinhas o tempo todo ? Que coisa mais besta. Tá tudo muito homogenizado, tudo muito igual, muito “formula pronta”. A época dos criativos se foi mesmo, estamos na época das formulas, dos meios garantidos, do agradar a qualquer custo e dane-se a arte, né… E a armadura do Tony está ridícula, feia, parece uma água vida com corpo humanoide… e deram a ele uma genialidade aparentemente mutante e um

comportamento muito bunda-mole. Mas pra salvar tem o Capitão América muito fiel e positivo, bem encaixado, a Viuva Negra e o Gavião Arqueiro também estão legais, embora tirarem a aparência do Clint, ficou convincente. Visivelmente o universo Marvel do cinema é baseado nos Supremos, tirando as partes que foram bem mal pensadas.

Mas a história é boa, a história é mesmo muito boa. As caracterizações dos personagens mudaram e desagradaram, mas fizeram uma aventura bem legal. Gosto muito deste Hulk, é mais original do que os de ultimamente. Gosto da ideia de ele ser utilizado como arma secreta. Nesta série é possível entender quando o Tony responde ao Loki no filme “Nós temos o Hulk“. Ele faz um pusta estrago, mas como deveria ser, ele é incontrolável. Não tem esta de conversar não, ele é manipulado pelo Capitão, que como bom soldado, mata mesmo, pra valer. Acho que o Capitão e o Hulk salvam a revista. ( não me peçam pra chamar de Graphic Novel uma encadernação de revistas, ok ? ). É bem claro que parece ser uma aventura do tipo “Capitão América e amigos“.
Esta edição reúne as revistas The Ultimates  de 7 a 13 e mantem Mark Millar nos argumentos e Bryan Hitch nos desenhos. Aliás, ao menos os desenhos estão bem legais. Tem uma imagem do Thor que está muito endeusada,

muito legal. E as páginas duplas são ótimas também. O que me incomoda na arte do Hitch são os olhares. Não tem emoção nos olhares. Falta isso na minha opinião. Não é como Neal Adans, ou Byrne, que os olhos falam muito. Acho que deviam parar de pensar em poses heroicas e corpos esculturais e se preocupar mais com a parte humana. Minha opinião, ok ?

Bom, é isso. Desculpem se pareço muito ranzinza. Como disse, tem coisas legais, a estória é muito boa e vale a pena a leitura. Tem elementos que valem a pena, principalmente a estória como um todo.
Abraços do Quadrinheiro Véio.

Capitão América : Tempo Esgotado e Soldado Invernal

Bom dia, amigos do Quadrinheiro Véio.
Hoje vou comentar sobre duas edições do Capitão América que foram lançados recentemente na coleção Marvel da Salvat:
Capitão América: Tempo Esgotado e;
Capitão América: Soldado Invernal
São as edições 44 e 45 da coleção e a lombada está certinha, a minha veio com apenas 1mm de diferença. Aceitável. 😀
Soldado InvernalSoldado InvernalBom, a primeira coisa a se considerar quando se lê sobre o Capitão América é que suas histórias são sempre sobre Guerras, sejam guerras abertas ou secretas, é sempre sobre espionagem, governo e liberdade. Tudo muito bonito, exceto que em sua maioria, no meu gosto pessoal, é muito chato. Entretanto como leio o Capitão desde que eu era um molequinho, achei muito bom este arco de histórias, que originalmente foi publicado no número de 1 a 14 do volume 5 de Capitão América. Nesta série vemos o Capitão em busca de deter ataques terroristas e percebe em certo momento que quem está por trás é um russo, resto da guerra fria, que tem como arma secreta o Soldado Invernal, que é uma lenda até então. Não vou contar mais detalhes do enredo, acho que é bacana você ler e ter a sua percepção pessoal, mas te digo que é boa. Não está entre as melhores do mundo, mas merece destaque pela importância.
Soldado Invernal

Acho bacana falar sobre ele já que em breve teremos o filme baseado neste arco, que mostra o retorno do parceiro adolescente do Capitão América, Bucky Barnes. E acho que o escritor Ed Brubaker foi muito feliz na forma que contou esta volta de um personagem que por muitos anos era considerado intocável assim como o tio Ben do Peter Parker. Soldado InvernalSendo bem sincero não está entre as melhores histórias que eu li do Capitão América, e nem o desenho merece tanto destaque assim. Alguns angulos são bem legais e a coloração é bacana, mas Steve Epting, embora um bom desenhista, não tem algo que destaque, ou chame a atenção digna de nota. É apenas uma boa história do Capitão com um acontecimento marcante pra caramba. Claro que convenhamos que o Capitão após seu retorno nos Vingadores nos anos 60 nunca foi um dos maiores da Marvel ( exceto atualmente, por conta dos filmes… ) como ele era na época original, da guerra mesmo, mas vale a pena a leitura porque o final é bom. A condução toda é meio cansativa, embora o escritor tenha se empenhado muito em dar um passado e preencher as lacunas do Bucky em todos os anos que ele esteve sumido e o preenchimento foi deveras excelente, criativo e crível, além de ser algo novo. Acho que a história toda serve muito mais como reset e referencial, algo para te localizar para o “grand finale” que é o retorno do Bucky no final.

O começo é chocante, já que logo de cara o Caveira Vermelha é morto. E temos uma visão mais clara do verdadeiro Cubo Cósmico, que não é a aberração inventada no filme dos Vingadores. Gosto muito do filme, aliás, vibrei em cada momento no cinema, mas não gosto quando mudam algumas naturezas… claro que tudo isso é a minha opinião e não acho que é melhor do que a de ninguém, é apenas a minha visão. E cada um tem a sua. 😉

 
Quem vemos também acompanhando o Capitão é o Falcão. O personagem está ótimo, verdadeiro, fiel. E também o Homem de Ferro, que ajuda pouco, já que a história se passa logo após o fim dos Vingadores e o Tony está meio ‘falido’. Também vemos o Ossos Cruzados, que de tão fiel ao Caveira Vermelha mesmo morto, vai buscar a filha dele que está sendo mantida em um quartel. Eu nem sabia que o Caveira tinha uma filha, e vemos que ela era mantida com a memória alterada. Apenas vimos este começo na história. Confesso que fiquei bem curioso pra saber o que viria a seguir sobre ela.
Soldado Invernal

Curiosamente eu conheci o Caveira Vermelha quando era criança, no desenho animado do Capitão América dos anos 70… lembro-me que demorei pra acostumar com o nome Caveira Vermelha, já que no desenho ele era chamado de Crânio Vermelho. Coisas de véio… Até tenho alguns episódios desta época em minha videoteka, mas acho que se procurar direitinho acha alguma coisa no Youtube. Acho curioso como tem coisa inútil no youtube e estas coisas clássicas que poderiam estar todas lá, não tem nada… youtube, facebook, falecido orkut… locais de centralização do umbigo pessoal de cada um, não é ? hehehehe… ( Olha quem está falando…. hahhahaha )

Recomendo a leitura, acho que vale a pena porque é uma história que vai se tornar um clássico. Foi tão bem feita que não precisou ser refeita com flashbacks depois, já que a base criada aqui foi sólida. Talvez por isso tenha entrado na coleção, não apenas por conta do frenesi do filme. Fazia anos que nada de importante acontecia ao Capitão e acho que este retorno deu uma grande renovada nele. É uma história de guerra, emoção, reencontro. É Capitão América como ele mesmo, fiel a si mesmo, como gostamos.

Abraços do Quadrinheiro Véio.
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