Batman – O Principe Encantado das Trevas – 1 de 2

Batman – O Principe Encantado das Trevas – 1 de 2

Batman !!! Cara, é sempre legal escrever sobre Batman. Ganhei esta edição da minha esposa como presente do Dia dos Namorados e fiquei curioso logo pela capa. Metade de mim eufórico pra abrir e ler logo e a outra metade chateado por ser apenas a primeira parte de duas de uma saga.

A história de Batman – O Principe Encantado das Trevas gira em torno do clássico embate entre o Cavaleiro das Trevas e o Coringa nas ruas sempre noturnas de Gotham. Isso não tem fim, não adianta. A loucura do Coringa fica mais evidenciada e segue uma leitura mais clássica do personagem, em uma Gotham realmente dark e com visual bem barroso.

A narrativa é lenta, profunda, soturna, e muito dentro do que a gente gosta de acompanhar ao ler o Batman. Você só percebe que é uma obra mais atual devido a termos poucos textos e o desenho seguir contando a história. Salvo isso, você se sentiria lendo algo que realmente trouxesse os anos 80 de volta aos quadrinhos, mas na fase boa dos anos 80, com um pouco do drama que os 90’s doaram aos quadrinhos e vc tem uma obra que tem tudo pra ser atemporal e ao mesmo tempo, pode simplesmente passar batido, já que não tem grandeza ( ao menos nesta parte 1 de 2 que eu li ). Prometo que se a história tiver ares épicos ( não em tamanho, mas em ousadia e importancia, eu conto pra você na resenha que eu vou vir a fazer ). 

Na trama, o Coringa sequestra uma menina misteriosa que tem uma conexão secreta com o Batman, o que torna o crime mais pessoal do que se imagina. O vigilante precisa então vasculhar todo o submundo de Gotham atrás do esconderijo onde o palhaço a mantém presa. Em determinado momento a gente percebe que Bruce torna isso pessoal porque um mistério revelado a ele, continua sendo mistério pra gente. O que será que ele descobriu ?

Italiano

O artista que assina a obra inteira é o italiano Enrico Marini. Conhecido por obras européias como Gipsy e Le Scorpion. Não o conhecia antes deste trabalho, mas ele fez tudo, e do modo “antigo“. Escreveu, desenhou, pintou, tudo a mão. É perceptível o quanto isso é legal de ver na obra.

E embora a história em si não seja uma obra prima, a arte faz valer a pena, porque é realmente muito boa. Nada como o bom e velho lápis, papel, pincel e tinta. O equilíbrio do sombras e os olhos expressivos são um diferencial e podemos perceber que não é como os quadrinhos mensais que tem prazo e com isso, as vezes, o desenho perde um pouco. É uma publicação feita pra ser como é e este resultado é notado em cada página.

Batman é… Batman.

Acho que você precisa pesar uma coisa também: Batman é Batman. Se fugir um pouco, não é Batman e quase completando 80 anos de idade, fica difícil inovar um personagem sem ser repetitivo ou fugir do mesmo. Ele é quem é. Portanto se você é leitor antigo como eu e espera uma nova aventura, não é o que vai encontrar. É apenas algo dentro do espirito morcego de ser, fiel sim a isso, mas sem trazer algo novo pra você. Isso é o problema de ler muito, a muito tempo. Alguns personagens acabam engessando porque se não, ele deixa de ser o que foi criado. 

A conclusão ? É uma boa obra. Vai ter quem goste e quem desgoste. Vai ter quem reclame de ser clichê e vai ter quem elogie pelo mesmo motivo. Mas pela arte clássica, já vale o investimento. Isso além da apresentação que a Panini lançou no Brasil, em formato capa dura e tamanho grande. Bem grande, mal cabe na estante. Lindo !

Abraços do Quadrinheiro Véio 

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O Fantasma – Piratas do Céu

Olá, amigos Quadrinheiros !
 
Após um longo ‘sumiço‘, estou e volta com meus ‘pareceres‘ sobre algumas publicações. Tenho procurado me dedicar em procurar alguns assuntos bacanas para o canal de vídeo também, mas ainda não pude parar pra fazer.
 
Hoje falarei sobre o “Espirito que Anda” em uma aventura clássica, que foi relançada ano passado pela Editora Pixel e eu cruzei por ela na fila das lojas americanas e não resisti a comprar. Em “Piratas do Céu“, o Fantasma luta para desmantelar uma quadrilha de piratas aéreos, algo totalmente inusitado até então. E, poxa vida, como eu gosto de ler estas publicações antigas… como diria Obi Wan : Armas mais Elegantes, em Épocas mais Civilizadashehe. :)
Uma coisa interessante sobre esta revista é que ela reúne as tiras de jornal da época. As duas histórias que compõem o encadernado foram publicadas em tiras de jornal entre 1936–1937 e 1941–1942. Podemos dizer que era o comecinho das HQ´s como conhecemos hoje. Seriadas e com um ritmo mais lento, é curioso perceber que o poder do Fantasma estava em sua inteligencia, habilidades físicas como força e resistência e em sua lábia. Eu conheço muito pouco sobre o personagem.Acho que a época que mais tive contato foi no desenho animado do final dos anos 80, os Defensores da Terra, em que ele tinha até o poder de invocar características de animais ( Por meus poderes da selva, conclamo a força de 10 tigres ! ) … algo muito doido… hehehe… e o bacana é perceber que ele atua na costa africana, mas está em todo o canto do globo, lutando contra piratas. Como ser o Fantasma é algo de pai para filho em segredo, a lenda diz que ele tem mais de 400 anos e é respeitado pelas tribos africanas pelo bem que promove e pela sua habilidade de sempre conseguir o que quer. É um herói das antigas, numa época pré-superpoderes e que, na minha opinião era muito bem escrito.

Temos que observar umas curiosidades interessantes ao ler o Fantasma dos anos 30/40 que é o machismo estampado nas tramas. Embora reacionário em muitos aspectos ao colocar mulheres como sendo piradas de aviação, sempre extrapola colocando-as escravas de suas paixões e um Fantasma “malandrão” se aproveitando disso para vencê-las. A ação é pouca, mas a inteligencia da trama é muito grande e nem tanto clichê.

Tem uma passagem que ele vence algumas mulheres, todas pilotos de avião, enfrentando a morte no céu, apenas com um ratinho… hahahaha… confesso que até dei risada quando vi isso. :´) Mas uma coisa eu preciso admitir, as mulheres da trama estão sempre sensuais, ‘na estica’… hehehe… vestidos curtinhos, saltinho nos pés… mesmo na praia e na areia. E o Fantasma sempre com expressão sarcástica, séria, ácida… implacável !  ( Tipo… no cinema bem que o Liam Neeson poderia interpretá-lo. )
Esta saga clássica foi escrita por Lee Falk, criador do personagem e também pai do Mandrake e por Ray Moore. Acho que os desenhos são bem ao estilo da época, com os quadros de tamanho padrão, já que originalmente era toda publicada em jornais.

Nesta época, o Fantasma era lido por mais de 100 milhões de pessoas e toda esta projeção veio com os jornais. Imagina este Lee Falk, bolando um herói que andava com duas pistolas e um lobo muito obediente, chamado “Capeto“, pelas florestas e selvas africanas, morando em uma caverna de uma cidade fictícia chamada Bangala. Gosto destas reflexões, quem sabe isso me ajuda a ter idéias originais hoje em dia, tão difícil com a internet por aí equalizando todo o conhecimento mundial e dando acesso pra todo mundo. Talves seja isso que me fascina nas histórias pré 1990… a ausência de internet e celular deixava tudo mais interessante, mais difícil… e não faz a menor falta quando bem escrito. Bons tempos…

Bom, é isso.
Recomendo a leitura aos que amam HQ´s pelo que são: Arte. Mas se vc é fã apenas de Novos 52, nem chegue perto… pode ser que não consiga admirar uma boa história ao ter este tesouro em mãos. :p
Abraços do Quadrinheiro Véio ! 

 

 

 

 

Bônus : Os Defensores da Terra !
Devo mencionar aqui que a trilha de abertura era uma das mais legais que tinha na época… Pau a Pau com as contemporâneas ThunderCats e SilverHawks !

 

 

Graphic Marvel : O Hulk e o Coisa ( 1990 )

Salve Quadrinheiros !
 
Começando a semana, vou falar de uma Graphic Novel muito divertida, que na época eu li e reli só pra rir muito: A Graphic Marvel no.1 : O Hulk e o Coisa.
A história é simples, e é bem divertida. Temos um encontro dos, literalmente, monstros sagrados da Marvel em uma aventura espacial pra lá de engraçada. Imagine só o Hulk ( burro feito uma porta ) e o Coisa ( que não é um exemplo de inteligência ) sendo sequestrados por uma polícia alienígena pra salvarem um planeta de um chefão do crime conhecido como “Senth Obbraço” ! Sério, olha o nome do truta !
 
Aliás, os nomes são todos assim, tem o “Themcor Pomolle“, “Dhu Ethe“, “Kissal Afrário“, “Al Mofadinha“… tudo parecendo os nomes dos vilões das aventuras do Tio Patinhas.
 
O roteiro bem humorado foi por conta de Jim Starlin e os desenhso estão ótimos e são de Berni Wrightson. Tem momentos hilários… como quando os dois procuram um disfarce e o Hulk apenas soca um polvo falante e coloca na cabeça, dizendo que é um chapéu, ou quando estão encurralados por um monte de bandidos e o Coisa tenta dialogar, mas ninguém responde. Quando ele diz pra ir pra cima, o Hulk impede e diz “agora é a vez do Hulk dialogar com a tchurma.”… hahahaha… todo mundo acaba dormindo de tão chato que é o diálogo do Hulk, que só está calmo porque colocaram ions positivos no sangue dele por 24 horas.
 

Quando finalmente chegam até o tal chefão do crime, os dois começam a levar uma surra e o Coisa fica tentando irritar o Hulk pra ele ficar mais forte, com um monte de chingamentos muito engraçados. De filho de abacateiro a monte de caca. hahaha… 

 
Ao final, quando eles retornam, descobrem que arriscaram a vida por conta de um temperinho cósmico… hahaha… Vale a pena, até mesmo porque no final o Hulk ainda apronta mais uma.
 
Recomendo a leitura, é uma estorinha feita de forma muito comica, com muita inteligência, piadas divertidas e caracterização ótima dos personagens.
Se não leu ainda, procure e leia.
Aliás, esta revista é a primeira de uma série de Graphic Novels que a editora Abril lançou no Brasil como “Graphic Marvel”. Diga-se de passagem, tem várias edições excelentes, como quando o Dr. Estranho ajuda o Dr. Destino a salvar sua mãe do Mefisto. Ou a Vingança do Monolito Vivo, quando ele se torna um planeta no espaço. Foram apenas 17 edições, mas que todas muito bem escolhidas, alí no começo dos anos 90.
 
Abraços do Quadrinheiro Véio.
 

Batman: Morte em Família

Escrever sobre o Batman é uma delícia. Pra mim, é simplesmente um dos melhores personagens já criados para os quadrinhos. É complexo e polêmico. É de tal profundidade e simplicidade que mesmo o mais certinho dos mortais se identifica com ele.
 
morte em família
Morte em Família é um arco de histórias dos mais importantes já feitos com o cruzado encapuzado de Gothan. É uma obra prima que revirou tudo numa época em que várias histórias na linha de reviravoltas e mortes importantes estava em alta. Matar um Robin era algo muito forte na época. Ainda mais o Jason Todd que era muito diferente do Dick Grayson. Jason era colérico, indisciplinado. Fora o ineditismo de deixar o final por conta de votação do público por telefone. Algo que até então não se fazia. Apenas muitos anos depois foi mostrada a página que seria lançada caso a votação fosse contrária, em 2006, em Batman Anual 25.
Sempre digo que o final dos anos 80 foram insuperáveis em termos de roteiros, argumentos e mudanças positivas nos quadrinhos. Não porque era meu comecinho de adolescência, mas porque realmente esta época foi o final das invenções… o começo dos anos 90, ali por 95 é marcado pelo começo das inovações, mas sem criações. Para pra olhar… pouca coisa foi inventada no mundo após esta época. Tudo é recriação e inovação. O mundo anda muito chato, né… hehehe…. ( Coisa de véio ).
 
morte em famíliamorte em famíliaEnfim, Morte em Família mostra a descoberta de Jason Todd para o fato de que sua mãe era viva e poderia ser encontrada. Ele fica obcecado por isso e parte pro mundo em busca dela com a ajuda do Bruce Wayne. Dentre 3 opções, sendo uma delas a Lady Shiva, eles viajam o mundo a procura. Entretanto ao encontrá-la descobre que ela está sendo chantageada pelo Coringa. E pra ajudar mais ainda, ela o trai, entregando-o ao vilão que o espanca sem dó. O marcante é o nível de violência do Príncipe palhaço do crime, é  muito forte, dramático, sufocante, ao ponto de ficar de olhos arregalados e se perguntando: ” Como assim ? “. E como se não fosse pouco, ao invés de matá-lo apenas espancado, ainda colocam ele vivo e absorvendo a explosão de uma dinamite para tentar proteger a mãe traidora. Acho que este é um dos pontos altos, ao se ver o quando o Jason é uma boa pessoa. A despeito de ter se tornado amargo e violento depois, quando retorna e com bom motivo, a essência dele ainda e a de ajudar mesmo as pessoas. E olha que esta rejeição materna, mesmo que devido a ela usar drogas, ser uma pessoa de mente fraca, escrava do emocional poderia e deveria pesar mais para a revolta de uma pessoa, mas no caso do Jason, apenas colaborou para que ele reforçasse seu compromisso em ser mais que um herói, mas um super-heroi. Ele ainda não é meu Robin favorito… aliás ele fica à frente apenas do detestável Damian ( que nunca deveria ter existido, convenhamos… ), mas é um Robin original.
 
morte em família
morte em famíliaA história é bem detetivesca até chegar a este ponto, mas quando chega, esquecemos do resto todo.
Após a morte vemos um Bruce soturno, sentindo muita culpa, mais violento. Fazendo de tudo pra encontrar o Coringa. Aqui, vem uma das coisas mais geniais deste arco, pois ao encontrá-lo, o Batman descobre que ele se tornou Embaixador do Irã na ONU e não pode tocar num fio de cabelo dele. Até o Super-Homem é enviado pra ficar de olho no homem morcego.
 
morte em famíliaJim Starlin foi genial em Morte em Família. Soube escrever uma boa história do Batman. A pegada e o ritmo são mesmo bons, a cara da época mesmo, a época das grandes mudanças. Jim Aparo desenhou toda a série com a arte-final de Mike DeCarlo. E devo confessar que eu realmente adoro este visual dele, com o manto azul e a logo oval amarela. E uma das melhores representações do Coringa pra mim. Aquela boca enorme, rosto fino, queixudo, mau. Mas não o mau apenas por ser mau. Um mau doido, doente. Aquele doido varrido, psicótico. O “cachorro que corre atrás do pneu do carro, mas que não sabe o que fazer se conseguir pega-lo“. O bacana deste desenhista é o movimento, o começo de uma tentativa de quebra de quadros. Pode-se notar que ainda seguia-se muito os quadrinhos certinhos, mas em alguns momentos há esta liberdade de misturar. Era uma época em que as histórias eram contadas com mais detalhes, com mais diálogos, sem depender exclusivamente dos desenhos. Um detalhe muito legal é a coloração de Adrienne Roy, mais dura, sem degrades. Uma forma mais colorida, mais viva, mais desenhada, com menos preocupação de ser mais do que apenas uma história muito boa, sendo bem contada. O que dizer ? Adoro !
morte em família
 
Bom, se ainda não leu, leia. Vale muito. Existe uma edição encadernada, que inclusive traz como o Tim Drake se tornou o Robin e aproveite pra ver os Titãs quando ainda eram legais e o Cyborg não era exagerado como é hoje. Saudades do simples… hoje, parece que tudo é “muito muito“. Comentarei sobre este arco num post só dele, porque merece. Chama-se “Um lugar solitário pra morrer“.
 
Abraços do Quadrinheiro Véio.
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DC: A Nova Fronteira

Opa, tudo bem ? Chegamos ao final do primeiro mês deste blog, e numa sexta-feira… quer coisa melhor ?
 
Perdoe o meu breve sumiço… Eu estava lendo uma edição do Capitão América pra fazer um novo relato, mas ao final percebi que tenho que ler mais uma continuação pra poder falar completamente… Então, optei por fazer meu primeiro post sobre a DC. Embora não pareça, eu gosto da DC o mesmo tanto que eu gosto da Marvel.
 
Escolhi DC: A Nova Fronteira como primeira postagem desta editora, porque considero um clássico. Não tão clássico quanto Crise nas Infinitas Terras, que ganhará um post só sobre ele, mas um clássico pelo estilo.
 
Nova Fronteira
DC: A Nova Fronteira é uma homenagem à Era de Prata da DC. É uma viagem à uma época mais inocente, uma época mais simples, mais “preto no branco” e menos cinzenta. E por este motivo, é um escapismo brilhante, romantico e heróico. Gosto deste estilo, traços mais simples e grossos, cores mais simples, retas, tudo mais direto, cru. A pintura de Dave Stewart é digna de prêmio, porque resgata sentimentos. E tudo que queremos, por mais que neguemos, é sentir algo quando lemos uma HQ. A inteligência da história é importante, mas o que sentimos é o que nos faz feliz. ( Estou filosófico hoje, né… hehe )
Gosto de argumentos simples, diretos, e como já mencionei, heroicos. E isso, Darwin Cooke faz com maestria nesta história. Confesso que não me lembro de já ter lido outras histórias deste roteirista, que neste caso, também é o desenhista desta saga. Ele mostra um Super-homem mais simples… e adoro a ideia da Mulher Maravilha ser alta, forte, com jeito e postura de Amazona mesmo. Acho que é uma leitura que é mais dentro da realidade da personagem do que a maioria que vemos por aí. As diferenças entre as personalidades dos personagens podem ser vistas nos traços também. Os mais inocentes, os mais fechados, os mais guerreiros, os mais justos… tudo varia de cada um.
 
As cenas são grandiosas, as explosões, os poderes estão ao extremo na sua representação gráfica exagerada, mas muito bonito de se ver. O Flash ( Barry Allen ) está em seu começo, inseguro, mas fiel. É legal ver Hal Jordan numa época inocente, recebendo o anel de novo. É quase como um “remake” da formação da Liga da Justiça. E tem muitas referências a outros personagens da mesma época, mas que não aparecem diretamente na história. Fora que é uma delícia ver o Super-homem sendo rechaçado pelo grande “vilão” da história, e ao final retornar de carona com o “Rei Arthur” de Atlântida, que aliás está bem f*#@ em uma passagem. Também aparece o Ajax ( gosto deste nome, é o nome que conheci. Caçador de Marte é muito grande ), fundamental no enredo e os demais heróis menos poderosos, como o Atomo e Arqueiro Verde. Até o Batman Tem pequena participação, e o Robin “novo” todo alegre ao ver o Super-homem pela primeira vez… tudo isso, esta inocência, é mágica. E a reunião dos “espiritualmente dotados” na lua é bonita de se ver.
Esta mini-série também foi convertida em animação, com uma excelente adaptação, fiel ao roteiro e traço original. Vale a pena assistir também.
 
Como sabem, não sou de revelar detalhes da história, por mais antiga que seja ( aqui no Brasil, foi lançado em 2006 ), sempre tem gente que ainda não leu e não curto estragar as surpresas, que são boas. Mas basicamente, é uma história que não dá pra não ler. Veja algumas imagens lá embaixo. Este eu tive que colocar mais… a arte, na minha opinião pessoal, é linda. Gosto do simples.
 
Fica a dica do Quadrinheiro Véio.
 
Nova Fronteira

 

 

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