A Saga de Thanos | vol.1

A Saga de Thanos

Olá Quadrinheiro.

Com o “fechamento” do MCU com o filme Vingadores Ultimato, acredito que muita gente tenha ficado ainda mais curiosa sobre o “tal” Thanos. Afinal, que vilão é este ? Temos acesso a ele primeiro durante sua ascensão e glória em Vingadores Guerra Infinita ( referência direta à saga homônima nos quadrinhos, mas que pouco te a ver com a versão cinematográfica ), e depois vemos sua queda e derrota em Avengers Endgame. Aliás, tem vídeo pacas sobre isso no canal.

Depois de alguns lançamentos, inclusive um BOX contendo 3 edições de luxo – CRUZADA INFINITA – GUERRA INFINITA – DESAFIO INFINITO, chega aos leitores A SAGA DE THANOS – Volume 1, com o surgimento das primeiras histórias do Titã bem antes dele encontrar as jóias da alma, que depois ele viria a rebatizar como Jóias do Infinito.

“Him”

Este primeiro volume se destaca ainda mais porque ele realmente te prepara, te traz edições clássicas dos anos 70, em que o Quarteto Fantástico encontra com a Coméia enquanto esta cria o “Ser Supremo” e precisa da ajuda de Alícia Masters, namorada do Coisa, para conseguir chegar perto “dele”, já que ele brilhava muito e poderia cegar um humano comum. A SAGA DE THANOS reune a sequencia correta de leitura, partindo de Fantastic Four 66-67, Thor 165-166, Marvel Premiere 1-2, a mini-série Warlock 1-8, Incredible Hulk 176-178, Iron Man 55 e Captain Marvel 25-27. Fala sério, é muita coisa boa junta !

Eu gosto deste momento, quando grandes personagens nascem e tem complexidade filosófica e teológica complexa. Traz aprendizado e reflexão. Hoje em dia, pouco do que leio me faz pensar como os quadrinhos me faziam nesta época. Atribuo grande parte do meu “eu” questionador e pensante, curioso e estudioso, ao que os quadrinhos me apresentaram. Em sua maioria no que foi publicado durante os anos 70 e 80. Tudo era assim ? Não. Mas a essência da maioria continha um nível de profundidade fascinante. Sou grato a isso.

Adam Warlock surge nestas páginas desde sua concepção. Seu momento de chegada à terra após encontro do o Alto Evolucionário que foi quem deu a ele sua jóia esmeralda, ainda não conhecida como jóia da alma, e que viria a ser a primeira jóia do infinito conquistada por Thanos anos depois ao vencer o Intermediário em um estratagema digno de um trapaceiro de primeira, nos domínios do Lorde Caos e Mestre Ordem. Ao receber a pedra, Adam tem acesso ao seu verdadeiro “EU”. E ao vir pra Terra sem memória recebe o nome de Adam Warlock.

Se conhece a Marvel apenas nos cinemas e se questiona “Como este tal Warlock pode ser tão importante nas HQ’s de Thanos e não aparecer nos filmes?“, saiba que ele foi citado em dois momentos. Uma delas em Thor 2 e em Guardiões da Galáxia 2. Mas apenas seu casulo na cena pós-créditos. Aliás e inclusive, ele é nomeado como Adam por Ayesha, líder dos Soberanos como o “ser” que ela está criando para derrotar os Guardiões. Isso deixou os fãs de Thanos das HQ’s apreensivos porque na saga original das jóias do infinito ele tem papel central. Muito acima dos Vingadores. Aliás, ele apenas usa os Vingadores.

E no cinema, o foco foi na turma do Tony Stark. Não haveria espaço para um personagem tão forte. A adaptação dos cinemas é linda e eu adoro. Mas é apenas baseada em fatos dos quadrinhos, sendo muito, muito diferente do original. E não vejo problema algum nisso. Quem sabe ele surge como inimigo em Guardiões 3, ou em algum novo filme do MCU na fase 4 ? Eu sei que eu quero !

A SAGA DE THANOS volume 1 traz muito mais do que apenas a primeira aparição do personagem em Iron Man #55 em fevereiro de 1973, mas o que antecedeu seu surgimento, o nascimento de Drax, e o começo da personalidade do vilão. Em seguida, ele retorna nas páginas de Captain Marvel de maio de 1973, já mais próximo do que iremos conhecer. Este primeiro volume serve pra apresentar o personagem. Ele apresenta Adam Warlock, contextualiza ambos e no volume 2, parte para a primeira grande saga do Titã roxo.

Lee, Thomas, Starlin

Temos o destaque da criação de Thanos nas mãos de Jim Starlin que na época escrevia e desenhava o Homem de Ferro. Mas esta edição encadernada A SAGA DE THANOS marca mais por ter muitas histórias de Stan Lee com Jack Kirby. Principalmente a criação de Adam Warlock. Seu começo em Fantastic Four #66, ainda como “ELE” e depois em Marvel Premiere #1, como Adam Warlock. Esta já nas mãos de Roy Thomas que desenvolveu o personagem até Jim Starlin colocar Thanos no meio e partir pro que viria a ser as Sagas do Infinito. 

 A Saga de Thanos vol 1 reune muitas revistas e por isso, diversos desenhistas. Além de Kirby e Starlin, encontre Gil Kane, Sal Buscema, Tom Sutton, Bob Brown e Herb Trimpe ( ele mesmo, o primeiro a desenhar o Wolverine em Hulk #180, duas edições depois ). É uma coleção de traços típicos dos anos 70, com riqueza narrativa com muitos textos e pensamentos. E além de Lee, Thomas e Starlin, também roteirizam Mike Friedrich, Ron Goulart, Gerry Conway e Tony Isabella.

Ao final da edição, uma pequena ficha biográfica de cada um deles fecha o volume de 448 páginas que a Editora Panini trouxe. E se você estiver interessado, encontre na Loja Panini ( aqui ).

Se recomendo ?

Sim, recomendo demais A SAGA DE THANOS. Mesmo que eu já tenha lido alguma destas histórias que saíram pela Abril, tê-las reunidas desta forma, com qualidade e carinho e com um preço que eu realmente acho que compensa, faz valer o investimento. Acho que um fã de quadrinhos, mesmo os que vieram por causa do cinema, merecem se dar um presente destes. Qualidade de uma época de ouro, de imaginação fértil e ainda pré-comercial. Ainda sendo direcionada pelos criativos e não pela contabilidade da editora.

Abraços do Quadrinheiro Véio !

Capitã Marvel chega aos quadrinhos junto com o filme

Capitã Marvel também chega aos quadrinhos com lançamento da Panini

A Capitã Marvel está de volta para viver novas aventuras nos quadrinhos. Em 7 de março, junto ao lançamento de um dos filmes mais aguardados do ano, os fãs também poderão conferir o título Capitã Marvel: Mais Alto, Mais Longe, Mais Rápido e Mais. Lançado pela editora Panini, a publicação celebra o primeiro filme da heroína como protagonista.

Nos quadrinhos, a personagem que nasceu nos anos 60 ganhou espaço como protagonista em 2012, em suas próprias revistas, e desde então suas histórias fazem sucesso entre os fãs e admiradores dos super-heróis do Universo Marvel.

Em 136 páginas com muitas aventuras e fortes emoções, o novo quadrinho reúne as edições de 1 a 6 de Captain Marvel que chegam na edição 1 de uma série em 2 volumes. Escrito por Kelly Sue Deconnick e ilustrado por David LópezCapitã Marvel: Mais Alto, Mais Longe, Mais Rápido e Mais apresenta a heroína Carol Danvers, considerada a mais poderosa da Terra.

Na história, a heroína assume a missão de devolver uma garota alienígena à sua terra natal e acaba entrando no meio de uma revolta contra a Aliança Galáctica. Enquanto investiga o realojamento forçado do povo Torfa, Capitã Marvel descobre que já conhece o vilão por trás da trama e chega a uma encruzilhada entre sua nova vida e um romance. Além disso, Carol Danvers precisa tomar uma difícil decisão que pode alterar o curso de sua história e do Universo Marvel inteiro.

O título será lançado em 7 de março, mas já está disponível em pré-venda na lojapanini.com.br.

Abraços do Quadrinheiro Véio !

Senhor Milagre tem venda exclusiva na loja on-line da Panini

Senhor Milagre tem venda exclusiva na loja on-line da Panini

Panini lança título Senhor Milagre, que conta a história de Scott Free, maior artista de fugas de diversos mundos, com venda exclusiva e já disponível com exclusividade na loja on-line (lojapanini.com.br) da editora para os fãs dos quadrinhos da DC Comics.

Criado por Jack Kirby, o Sr. Milagre teve sua primeira aparição nos quadrinhos em “Mister Miracle #1”, em 1971. Agora, a editora Panini traz a primeira edição especial da aclamada minissérie do herói que pode finalmente ter encontrado uma armadilha tão complexa que talvez nem ele mesmo possa escapar. O segundo volume da HQ já foi confirmado pela editora e deve chegar ao Brasil em Junho deste ano.

Abraços do Quadrinheiro Véio

Panini inicia a pré-venda do Box Thanos: Trilogia do Infinito

Panini inicia a pré-venda do box Thanos: Trilogia do Infinito

O lançamento oficial da saga do maior vilão da Marvel ocorre durante a CCXP

Durante a CCXP – maior evento de cultura pop do mundo – a Panini apresenta o lançamento oficial do box Thanos: Trilogia do Infinito, que traz a história do maior dos vilões da Marvel e a saga que serviu de base para o filme Vingadores: Guerra Infinita. A partir de hoje, 26 de novembro, os fãs podem adquirir a série, que tem edição limitada, no site da Panini: www.lojapanini.com.br.

Os 3 livros de capa dura: Desafio Infinito, Guerra Infinita e Cruzada Infinita trazem a fúria implacável do vilão Thanos, personagem da Marvel temido por todo o Universo. Para a aberração de pele roxa e queixo enrugado, também conhecida como Titã Louco, não há nada que impeça os seus planos, nem mesmo a maior reunião de heróis que já existiu.

O box terá o valor de R$ 390,00 e será vendido apenas na loja on-line da editora e durante a CCXP 2018. As entregas das compras on-line acontecerão a partir de 12 de dezembro.

Imagina se eu não quero isso ? Panini, me manda pra UNBOXING e resenha aqui no blog.

Abraços do Quadrinheiro Véio !

METAL – Noites de Trevas – DC Comics Review

METAL – Noites de Trevas – DC Comics Review

Olá Quadrinheiro !

Terminei de ler METAL – Noites de Trevas ( conhecido como Batman Metal ) estes dias e precisamos conversar sobre isso. Antes de mais nada, vamos situar a obra. Iniciada em agosto de 2017 nos EUA, na edição Dark Days: The Casting e finalizada em Dark Nights: Metal 6 em junho de 2018. Aqui no Brasil, teve uma das campanhas mais legais de lançamento ( confira aqui ) e chegou em encadernados com capa especial, verniz localizado e efeito metalizado, com um mix 3 edições em cada volume, já na ordem certinha pra você ler. A Panini caprichou mesmo nesta mini-série.

Logo que chegou pra mim, eu fiz um primeiro post dando a impressão das duas primeiras edições. E agora, vamos fechar falando da saga como um todo.

METAL não é sobre HEAVY METAL

A saga é basicamente centrada no Batman. Como o mais forte integrante da Liga ( isso é, sim, opinião minha ), ele é o único capaz de subjugar todos os heróis por ser um estrategista brilhante. Dentro do conceito de multiverso, existe uma tal dimensão conhecida como “Multiverso das Trevas” que é de onde os Batman Sombrios vieram. De cada Terra deste universo sombrio, um Batman emergiu mau e tomou os poderes de um personagem da Liga e com isso, conquistou o planeta. Só que um ser sombrio chamado Barbatos, que faz parte do “mecanismo” da criação dos universos aparece por lá e diz a eles que existe um multiverso lindo todinho pra eles conquistarem se o ajudassem a ir pra lá também. E a chave desta passagem é o Bruce Wayne e o metal enésimo, sabe ? Aquele das armas tanagarianas do Gavião Negro e da Mulher Gavião. Que aliás, tem importante participação na história também.

A DC sempre viaja grande quando cria crises cósmicas, isso a gente precisa admitir. Quando o assunto é a possibilidade de fim do mundo ou do fim do universo, ela é capaz de criar acontecimentos incríveis. Tal como este conceito de multiverso das trevas, um Super-Monitor e estes Batman sombrios horripilantes.

Cabe situar você: O universo dos novos 52 foi basicamente desconsiderado neste momento e fatos “pré-52” são citados, tais como a “morte” do Batman e sua jornada ao passado. O Bebê Darkside também aparece. Mas não é nada que você precise conhecer pra entender a história.

Embora centrada no Batman, METAL é uma aventura da Liga como um todo. Batman é a chave/centro dos acontecimentos, mas envolve todo o universo DC. Por isso, chama-se “Metal – Noites de Trevas” e as edições centradas na família morcego e outros em separado, saíram aqui em duas edições especiais, chamadas de “Batman: METAL Especial”.

Gritos na noite – Batman Metal

A história é boa, tem um caminhar bem tenso e até o final, você não consegue ver a menor chance dos heróis vencerem. A narrativa é desesperante. Todos os passos dos heróis são previstos pelo Batman que ri ( personagem que reune e lidera os Batman Sombrios ). Este Batman é uma mescla do Bruce com o Coringa. Sim, é bizarro e tenebroso. Então, é possível imaginar toda a loucura e maldade do palhaço do crime aliada ao maior estrategista conhecido. Ele é bem perigoso. Fora que notei um retorno de algumas coisas que eu curtia nas HQs antigas. Tem a entrega de filosofias, tem o pensamento reflexivo e tem personagens que te fazem pensar e se colocar no lugar deles e refletir no que teria feito se você com você. A Liga tem um papel importante no decorrer da história, principalmente Flash, Cyborg e Lanterna Verde. Mas a trindade Batman, Super-Homem e Mulher Maravilha são os grandes finalizadores como sempre.

Existe apenas um pequeno incomodo pra mim nesta história, que é a forma como ela fecha. Aliás, cabe a ressalva de que tenho a impressão de que não é um problema apenas desta série, visto que “A Noite mais Densa” e “O Dia mais Claro” ( review aqui e aqui ) utiliza do mesmo recurso: A virada inesperada no final acontece de repente, rapidamente, e sem chance pros vilões, de forma milagrosa. É algo muito estranho. Imagine que você passou meses acompanhando a derrocada do mundo. Os heróis sendo derrotados e presos em cada edição. Um a um, seus planos de revide vão sendo derrotados e todos previstos pelo Batman que ri. E ao final, em uma edição, os mocinhos viram o jogo e vencem meio que do nada. O desespero é 6,5 edições de desespero quebrado repentinamente por uma virada rápida, sem profundidade, no final da saga. Isso é algo que realmente me incomodou bastante.

Dá a impressão de que ficou preguiçoso. Acho que pra ficar mais legal, deveriam ter ido mais devagar nesta virada. Heróis tendo pequenas vitórias, conquistando aos poucos e virando o jogo. Quando a virada é repentina, milagrosa e principalmente, baseada em fatos que aconteciam em paralelo mas que são reveladas ao leitor apenas no final, me parece que é como se faltasse “gabarito” aos escritores pra pensar em algo que poderia ser mais legal. É muito simples você vir criando algo só de um lado, no caso no mal, e depois no final, inventar algo do nada e virar tudo pro lado dos mocinhos. Sem respaldo da própria história. Eu senti que ficou um final “preguiçoso“, sabe ?

A jornada é linda, mas o final, nem tanto.

 

 

Quem fez ?

Os principais líderes de METAL são Scott Snyder e Gregg Capullo. Claro que eles não fazem isso sozinhos, tem uma penca de roteiristas e desenhistas que trabalham juntos, já que envolve muitos personagens e revistas solo durante estes meses de METAL. Snyder tem este problema de narrativa desde sempre. Sabe dramatizar, mas não sabe finalizar. Já Greg Capullo eu curto o traço desde Spawm e Homem-Aranha nos anos 90. Houve uma evolução no traço, mas seu estilo permanece nesta HQ. Jim Lee, John Romita Jr, James Tynion IV, Andy Kubert, Dan Abentt, Francis Manapul, Tony S Daniel, Brian Hitch, Jeff Lemire, Ethan Van Sciver, Frank Tieri, Carmine di Giandomenico, Grant Morisson, Doug Mahnke, Jorge Jimenez e Howard Porter são alguns dos nomes que assinam as 5 edições principais. É muita gente boa trabalhando junto e por isso a leitura é sim, muito boa. Minha queixa fica apenas com o final.

Então, se quer saber se é uma história que vale a pena ? Sim, vale muito. É uma das boas histórias que eu li recentemente e acho que, embora não deixe consequências, vale pela narrativa. Recomendo a leitura e eu mesmo penso em reler agora, de uma vez, pra sentir o drama.

Abraços do Quadrinheiro Véio !

Batmen Sombrios
Os Batmen Sombrios

 

O Dia mais Claro – DC Deluxe

O Dia mais Claro

Olá Quadrinheiro.

Vamos falar do fechamento da história do Lanterna Verde, sem nenhum lanterna verde, que é O Dia mais Claro. Mas… espere um pouco. Eu disse fechamento da história do Lanterna Verde ? Sim. Sem nenhuma tropa de nenhuma cor, nem verde, nem amarela, nem nada ? Sim. E isso eu achei muito curioso. A saga da Guerra dos Anéis fecha tendo apenas 1 anel e 1 bateria energética que é a branca. 

Pra não ser tão exagerado, deve ter um ou outro quadro com Hal Jordan, Sinestro e Safira Estrela. Mas nem de longe é uma historia centrada nas tropas arco-íris que eram o grande centro do que houve antes. Embora seja um desfecho, sim, da Guerra dos Anéis, esta saga segue um caminho diferente. Além de ser uma grande e boa história, ela serve também pra introduzir personagens, resgatar outros e reintegrar os ressuscitados que retornaram durante a noite mais densa e explicar a razão de terem retornado. Ela fecha a saga de maneira linda, ao mesmo tempo que mostra que nem tudo no universo gira em torno dos Lanternas.

Um novo e brilhante amanhã

Deixa eu te contar um pouco do que acontece e tentar resumir as mais de 660 páginas deste encadernado DC Deluxe da Panini: ao final de A Noite mais Densa, a bateria branca ajudou a derrotar Nekron e terminar com a “escuridão” primordial outra vez, mas desta vez sem precisar resetar o universo. Porém, ficaram uns resquícios e foi preciso restaurar o equilíbrio novamente do universo. Uma vez que a Terra é o planeta onde a vida começou e era onde a bateria e a entidade “Luz Branca” estava escondida e protegida, foram muitos heróis e vilões daqui que a tal luz branca trouxe de volta a vida para cumprirem seus “desígnios” e assim, a ordem ser re-estabelecida mais uma vez. Pra isso, Boston Brand é trazido de volta a vida e é o único a manter o anel branco. E outros personagens revividos ao final de “A Noite mais Densa” começam a descobrir que não foram restaurados a toa, mas com uma missão específica pra cumprir e ao fazer isso, poderiam continuar vivos e ter uma segunda chance. Desta forma, Aquaman, Ajax, Nuclear, Gavião Negro e alguns outros retornaram com umas pequenas diferenças em seus poderes, mas com missões específicas a cumprir. Ao final, o tal “escolhido” para proteger o planeta e a luz branca aparece, recebe o anel branco, derrota a escuridão final e tudo volta a normalidade.

O tal escolhido é o próprio Monstro do Pântano, o elemental da Terra e por isso, o perfeito campeão para protegê-la. Aliás, adoro quando misturam os elementos. Achei legal referenciarem Aquaman como a água, Ajax como a terra, os gaviões como o ar e Nuclear como o fogo. Com esta união, fortalecem o Monstro do Pântano que se utiliza de um ressuscitado Alec Roland pra enfrentar a entidade da escuridão, que se manifesta como um elemental “monstro do pantano” do mal.

Vale citar que isso tudo acontece no encadernado DC Deluxe da Panini: O Dia Mais Claro, que reune em 668 páginas as edições Brighest Day 0, 1 a 24. Na boa ? É material pacas !

Vamos analisar isso.

O próprio Geoff Johns assina este fechamento junto com Peter Tomasi. Acho que Johns não estava muito afim de fechar a história sozinho, mas nota-se claramente a mão dele na direção principal da edição. E a gente nota novamente, assim como em A Noite mais Densa, que O Dia mais Claro carrega o mesmo tipo de formula. A narrativa é rica, uma jornada profunda. A história entra mesmo na condução de alguns personagens, focando pesado em Nuclear, Ajax e Aquaman e pra este introduz um novo aprendiz na pele de Kaldur’ahn, filho do Arraia Negra que sofreu experimentos nas mãos do Rei de Xebel e adquiriu poderes aquáticos como os de Mera.  Muito bom mesmo ver a origem de um personagem que depois vai ser tão importante em Young Justice. Uma renovação diferenciada com a aplicação muito bem feita da Jornada do Herói. Fora que ver Aquaman perder a mão de novo, e lutas épicas comandando peixes mortos é bem bonito de se ver.

Eu acho que O Dia mais Claro se diferencia de A Noite mais Densa principalmente pela ausência do desespero e o foco na esperança. Enquanto na edição anterior você fica o tempo todo perdendo a esperança, nesta edição, embora tudo complicado, sentimos uma esperança o tempo todo. Você sente que algo positivo vai acontecer no final, embora não saiba bem o que, sente esperança. 

Temos um momento bonito do Ajax em Marte, algo parecido com a “Clemência Negra” que Alan Moore criou para Mongul usar no Super Homem durante a era de bronze. Onde ele é dominado mentalmente por uma marciana que deseja repovoar marte acasalando com J’onn e fazendo-o vê-la como sua falecida esposa. Claro que não dá certo, e ele dá uma surra na sua captora e se joga com ela no sol. A história do casal alado que tem suas vidas e reencarnações sempre resetadas também é muito bonita. Carter e Shiera Hall também tem momentos muito desafiadores pra cumprir suas missões de vida ao encontrar a mãe de Shiera e descobrir que ela faz parte do que aconteceu com eles desde o começo. O novo nuclear formado pelo retorno do Ronnie Raymond que se une a Jason Rushk também traz a despedida do Professor Stein com emoção forte.  Esta foi uma saga de revelações, sacrifícios, renascimento e muita luz. Mas poucos sofreram tanto quanto o Desafiador, realmente ele vive o maior dos dramas, já que não consegue se manter no mundo dos vivos e deve retomar a sua maldição de ficar entre os mundos. Nem morto, nem vivo. Apenas existindo.

É uma saga intensa e conclusiva, mas sem deixar de ter história.

Muito lápis no lance

Sendo uma saga enorme, não tem apenas um artista desenhando tantos momentos. É muito visível a mudança de traço durante toda e publicação. Fernando Passarin, Patrick Gleason, Ardian Syaf, Scott Clark, Joe Prado, Oclair Albert e o já conhecido da saga, e brasileiro, Ivan Reis, são os nomes que você deve agradecer depois de ler tudo.  Aliás, cabe dizer que as páginas são meio que intercaladas entre os artistas em uma mesma edição, não sendo cada um em uma edição inteira. Algumas páginas eu até assustei com a mudança de “pegada”, ou melhor dizendo, de “riscada” ou “traçado”. Isso não compromete a experiência, mas é estranho e notável. 

Se você está pensando se vale a pena ter este encadernado em sua coleção, levando em conta o preço aparentemente salgado, te digo que vale. Acho que é uma daquelas edições que são importantes, a história vale muito a pena e em algum momento você vai ter vontade de ler de novo. E ver todas juntas na estante, é lindo !

Abraços do Quadrinheiro Véio !

Panini anuncia aquisição de licença da Disney para lançar álbum histórico de Mickey 90 anos

Panini anuncia aquisição de licença da Disney para lançar álbum histórico de Mickey 90 anos

Livro ilustrado comemorativo do personagem mais famoso do mundo e símbolo da Disney conta sua origem e evolução ao longo dos anos e traz 276 cromos e 36 cards colecionáveis ! 

O icônico personagem criado por Walt Disney nos anos 20 acaba de ganhar um álbum de figurinhas oficial: Mickey Mouse História com Cromos. A coleção comemora o aniversário de 90 anos do personagem mais famoso do mundo e também celebra um marco histórico para a editora, que anuncia a aquisição das licenças da Disney, Marvel e Pixar no Brasil para a publicação de álbuns de figurinhas. O livro ilustrado comemorativo será lançado em 21 de novembro e contará com 276 cromos coloridos e em preto e branco, entre eles, 60 especiais, além de 36 cards.

Para a edição histórica de 90 anos, a ilustração da capa do álbum foi desenhada com exclusividade para a Panini por Giorgio Cavazzano, cartunista italiano da Disney e um dos mais reconhecidos pelo seu trabalho. O livro traz a origem do personagem, desde a sua primeira aparição no lançamento de Steamboat Williecurta-metragem clássico de Mickey que estreou em 1928 – e depois na animação Fantasia, dos anos 40, até chegar a 2004, com Os Três Mosqueteiros, além de informações e figurinhas que retratam o começo dos quadrinhos.

As páginas contam ainda com uma história em quadrinhos inédita, escrita pelo também cartunista italiano Andrea Castellan, popularmente conhecido como Casty e considerado um mestre da Disney. Os amigos do Mickey não ficarão de fora da coleção! Há espaços dedicados especialmente a Minnie, Pateta, Pluto, Pato Donald e família, e muitos outros, com o perfil completo de cada um deles. 

Para finalizar a diversão, as páginas trarão o personagem em muitas aventuras, como Mickey viajante, explorador, arqueólogo, repórter etc. E, para você que quer conhecer a casa do Mickey, muitas figurinhas o levarão até lá.

A experiência ficará ainda mais completa com os cards do Mickey e seus amigos para colecionar. Cada envelope de figurinhas trará cinco cromos e um card especial. Além disso, os álbuns trarão um porta-cards exclusivo para guardá-los.

O livro ilustrado estará disponível em versões com capa dura e brochura no e-commerce www.lojapanini.com.br, além de livrarias, bancas de jornal e lojas de brinquedos de todo o País.

“Estamos muito felizes e animados em ganhar as licenças da Disney, Marvel e Pixar no Brasil para a publicação dos álbuns de figurinhas de diversos personagens. Esperamos que essa parceria traga muitas novidades para o público. Começamos com o pé direito, com o lançamento da coleção comemorativa Mickey 90 anos, um presente para nós da Panini e para as famílias que poderão colecionar juntos nessa data tão importante”, diz José Eduardo Martins, presidente da editora no Brasil. 

Ficha técnica

Mickey Mouse História com Cromos

Formato: 225 X 287 mm

Estrutura: 4 capas + 64 páginas

Capa: cartão com verniz reserva

Miolo: offset 90 g

 

Cromos: total de 276 cromos, sendo 60 especiais

Cards: total de 36 cards

 

Lançamento: 21/11/2018

Distribuição: nacional

Preço do livro ilustrado brochura: R$ 12,00

Preço do livro ilustrado capa dura: 62,90

Preço do envelope com 5 figurinhas e 1 card: R$ 2,50

Abraços do Quadrinheiro Véio

Panini lança box com coleção completa de Sandman em comemoração aos 25 anos do selo Vertigo

Panini lança box com coleção completa de Sandman em comemoração aos 25 anos do selo Vertigo 

 Box será vendido com exclusividade no e-commerce da Panini e durante a CCXP

 

Você sabe bem que como Quadrinheiro Véio, isso precisa estar na minha coleção.  Não importa se eu já li, se tenho os formatos da época. Isso é obrigatório.

A série de história em quadrinhos publicada pela Vertigo e escrita pelo autor inglês Neil Gaiman acaba de ganhar um box da editora Panini.Sandman: Coleção Definitiva comemora os 25 anos do selo e traz os títulos Absolute Sandman, com as edições de 1 a 5, Morte e Prelúdio, embalados em uma caixa exclusiva para os fãs da primeira HQ a receber um prêmio literário e a entrar na lista de best-sellers do respeitado jornal estadunidense The New York Times. 

Com edição limitada, o produto estará disponível em pré-venda a partir de 10 de novembro, dia do aniversário de Neil Gaiman, no site da Panini: www.lojapanini.com.br e será lançado na CCXP, em 6 de dezembro. A venda acontecerá com exclusividade durante os quatro dias de evento e na loja on-line da editora até acabarem os estoques.

Sandman conta a história de Morfeu, responsável pelo Mundo dos Sonhos e que tem controle e acesso a todos os sonhos da humanidade e das criaturas capazes de sonhar. Quando Morfeu é capturado, após tentativa sem sucesso de capturarem sua irmã, a Morte, o Mundo dos Sonhos fica abandonado e os sonhadores, desamparados. O fenômeno da cultura pop revela como o personagem se libertou e foi capaz de se adaptar quando retornou após anos de ausência.

ETRIGAN – O Demônio de Jack Kirby – Lendas do Universo DC

ETRIGAN – O Demônio de Jack Kirby – Lendas do Universo DC 1 e 2

Olha… tenho obrigatoriamente que te dizer que Etrigan, o Demônio, é um dos personagens que mais me intrigam desde a infância. Sempre fui fascinado por demonologia. E conheci Etrigan na fase pré-crise e logo em seguida, acompanhei uma saga sensacional dele na revista superamigos, em que Matt Wagner traz um Jason Blood que tenta se separar de Etrigan definitivamente. Logo depois, ele aparece em várias aventuras de outros personagens da DC, inclusive em Crise nas Infinitas Terras e em Monstro do Pântano de Alan Moore. Mas vamos seguir com o que interessa.

Jack Kirby, Criador do Demônio.

Acho que quem acompanha este blog já deve saber quem é o Rei dos Quadrinhos, o grande criador do visual de um numero enorme dos heróis clássicos da Marvel, que vai de Homem de Ferro, Thor, Capitão América e Vingadores até Quarteto Fantástico, X-Men, Galáctus, Dr. Destino, Pantera Negra, Inumanos e mais um monte que não vai caber aqui. Na DC, além de Etrigan Kirby criou Darkseid e os Novos Deuses, Povo da Eternidade e para a TV, além de trabalhar num desenho do Quarteto, criou Thundarrr o Bárbaro. Tipo… só isso que ele fez.

Nestas duas edições recém lançadas pela Panini no Brasil – Lendas do Universo DC 1 e 2 : Etrigan, temos as primeiras 16 revistas “The Demon” de 1972, somando quase 400 páginas demoníacas pra nenhum fã de quadrinhos botar defeito. Bem antes da conhecida fala rimada deste personagem surgir anos depois como algo obrigatório e com uma abordagem mais heróica e menos de terror, somos presenteados com a origem do demônio. Invocado na antiguidade por Merlin para defender a Terra da malígna bruxa Morgana Le Fey. Depois, transportado para os dias atuais ( dos anos 70 ), um Jason Blood imortal aparece em seu apartamento e várias aventuras dignas de Kirby são cuidadosamente contadas, ilustrada e coloridas a um sabor clássico delicioso. Temos as primeiras aventuras, algumas ao lado de Merlin, o retorno de Morgana, o Barão de Ferro e Meg, a Feia e muitos outros monstros e demônios criados pelo autor. Tudo isso antes de ser revelado seu parentesco com o próprio Merlin e seu pai, Belial.Etrigan em close

Poderoso, mas mortal na forma vilã

A quantidade de vocabulário que eu aprendi ao ler quadrinhos é enorme. Isso além da contextualização fizeram de mim uma pessoa que adora leituras fantásticas e poder se transportar a mundos além da simples imaginação. Sinto falta de ter isso nos quadrinhos de hoje. Na época dos berço dos quadrinhos modernos, o comum eram aventuras de piratas, guerras, arqueologias e descobertas de cidades ocultas, tesouros inimagináveis, mas durante os anos 60 e 70, partimos pra outros mundos, outras dimensões. Chegamos a visitar o céu e o inferno. A mitologia se misturou com a vida, oculta dos olhos dos cidadãos comuns, mas ao acesso de poucos. Sempre algo estava acontecendo, em algum lugar, ao mesmo tempo e o mundo era salvo de ser destruído quase todos os dias sem que as pessoas sequer soubesse por estes heróis altruístas.

Neste contexto, Kirby e alguns outros autores compartilhavam sua imaginação. Toda a sua fertilidade em páginas coloridas e o que a gente tinha era uma abertura que poucos conseguiriam passar. Apenas crianças tinham esta flexibilidade e fomos fisgados por ela. Não tem como não parar pra viajar quando o assunto é quadrinhos. No fundo, todos queríamos mesmo abandonar a forma vilã, e nos tornamos como Etrigan, trilhar aventuras, enfrentar monstros, e com poderes infernais, ser um herói como poucos poderiam ser.

Curiosamente, e é até explicado no texto de introdução do numero 1 ( deixe a preguiça de lado e leia ) que Kirby não era muito conhecedor de demônios, mas resolveu inspirar-se ( pra não dizer – copiar ), um visual que Hal Foster criou para sua tirinha “Principe Valente“. Nesta aventura, o Principe Valente precisava de um disfarce bem horroroso de demonio e matou um pato e com a pele e as patas do pato, fez uma mascara bem medonha. Kirby homenageou esta passagem de Foster em seu Etrigan.

Lendas do Universo DC é um presente aos leitores mais jovens para que revisitem o passado e vejam como era gloriosa a aurora dos quadrinhos e perceber que o que o cinema abriu pra eles hoje, é nada perante o que já existiu no começo e que hoje, engessado, resumido, mudou e se perdeu. Ler uma HQ era uma atividade que tomava um tempo delicioso. Os quadrinhos eram narrados, tinham mais conteúdo e envolviam muito mais. Hoje, uma sucessão de figuras e diálogos curtos não permitem que você realmente fique imerso. Teria o corre-corre e a pressa dos dias modernos roubado um pouco do entretenimento que poderia gerar pessoas mais criativas ? Mais ousadas e abertas ao desconhecido ? Mais resilientes e mais compreensivas de que o mundo real tem nuances em que a correria apenas permite a percepção de borrões ? Deixo a reflexão pra você.

Mundano, imortal demônio Etrigan

As aventuras apresentadas nestas duas edições trazem aventuras fechadas. São poucas que começam em um número e continuam no outro. Quadrinhos eram assim nesta época, você comprava uma edição e terminava a história nela mesma. Ficava com vontade de ler a próxima porque o que você havia acabado de ler era legal e você queria mais e não porque teria que ler a outra pra concluir uma história. Quando isso acontecia era porque a história era boa e pedia por uma narrativa mais longa. Somos apresentados a Klarion – o menino bruxo – e seu gato Kcgas. Temos o Barão Von Terrivelstein, Farley Fairfax – o fantasma dos esgotos. Os amigos Randu e Harry Matthews e a loiríssima Glenda Mark, os poucos que conhecem a verdade de Jason Blood, participam de sua luta entre abraçar o demônio e seu medo. Confesso que não tem história ruim nesta coletânea.

Se você sente falta de histórias com boa qualidade, um pouco de terror e não tem medo de ousadia. Se sente-se cansado da mesmice que acomete as atuais HQ’s de heróis, recomendo fortemente que leia Etrigan – Lendas do Universo DC : Jack Kirby.

Abraços do Quadrinheiro Véio.

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Batman Day – 2018

Batman Day é comemorado pela Panini no próximo dia 15 de setembro em São Paulo

Programação contará com Bat-papo sobre o super-herói, Concurso de Cosplays, jogo de perguntas e respostas, sorteio de brindes e muito mais

Véio, no próximo dia 15 de setembro, a editora Panini celebra o Batman Day. Vai ser um evento especial, aberto ao público e gratuito!  Vai rolar Bat-papo com influenciadores digitais ( não, não sou um deles… ), Concurso de Cosplays, jogo de perguntas e respostas e concorrer a brindes exclusivos. Das 15h as 18 horas, no espaço ClapMe HQ – Rua Fidalga, 132, em Pinheiros, São Paulo.   

O evento será conduzido pela host Ana Carolina Lima e a primeira atração, às 15h, será a Bat ou Repassa, um jogo rápido de perguntas e respostas valendo prêmios, e, se o participante aceitar levar uma torta na cara se errar a questão, como no conhecido programa de TV, pode concorrer a um prêmio ainda melhor. Já às 15h30 está programado o Concurso de Cosplays e aqueles que desejarem participar devem se cadastrar em um link localizado no evento Batman Day 2018 no Facebook (www.facebook.com/events/292255978047677). Os jurados desse concurso, que marcou presença e fez sucesso nas últimas edições do Anime Friends e da CCXP, serão os cosplayers conhecidos nas redes sociais como Heykro, Coringa e Pinguim.

Para seguir a programação, às 16h será a vez do Bat-papo especial com influenciadores digitais convidados. O ator, humorista, dublador e responsável pelo canal no YouTube Caverna do Caruso, Fernando Caruso, será o mestre de cerimônias e conduzirá a conversa com Levi Trindade, editor da Panini, o artista Wagner Loud e o youtuber do canal LOAD Gil Santos, responsáveis pelo projeto “Rap em Quadrinhos”, e Carlos Stephan, roteirista da Mauricio de Sousa Produções e um dos responsáveis pelo projeto que envolve o crossover entre a DC Comics e a Mauricio de Sousa Produções.

Além de cada um contar um pouco sobre os seus projetos, o foco do Bat-papo será as publicações do herói, assim como os autores e os desenhistas mais marcantes e as particularidades de cada um deles, com destaque para os títulos A Corte das Corujas, O Longo Dia das Bruxas, A Luva Negra, O Príncipe Encantado das Trevas, Silêncio, Cavaleiro Branco, Renascimento, Lenda do Cavaleiro das Trevas e Noites de Trevas: Metal

Para finalizar, às 17h haverá uma master class com um dos convidados e, às 17h30, sorteio de brindes.

“Comemoramos o Batman Day há mais de três anos, uma data estabelecida pela DC Comics e celebrada em todo o mundo. É dia exclusivo para homenagear o herói de Gotham City e disseminar suas obras”, conta Carol Ribeiro, do marketing da editora Panini.

Na boa ? Não dá pra perder !

Abraços do Quadrinheiro Véio